Marcelo Rubens Paiva: membros da direita dão uma de João sem braços e pernas

O jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva criticou a direita brasileira, após documentos do Departamento de Relações Exteriores dos Estados Unidos apontarem que governos da Ditadura Militar (1964-1985) no Brasil autorizaram assassinatos de opositores ao regime; "A gente fala muito da falta de auto-crítica da esquerda brasileira. Mas a da direita... Os militares em relação ao passado de execuções e tortura dão uma de João sem braços e pernas", escreveu o jornalista em sua conta no Twitter

O jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva criticou a direita brasileira, após documentos do Departamento de Relações Exteriores dos Estados Unidos apontarem que governos da Ditadura Militar (1964-1985) no Brasil autorizaram assassinatos de opositores ao regime; "A gente fala muito da falta de auto-crítica da esquerda brasileira. Mas a da direita... Os militares em relação ao passado de execuções e tortura dão uma de João sem braços e pernas", escreveu o jornalista em sua conta no Twitter
O jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva criticou a direita brasileira, após documentos do Departamento de Relações Exteriores dos Estados Unidos apontarem que governos da Ditadura Militar (1964-1985) no Brasil autorizaram assassinatos de opositores ao regime; "A gente fala muito da falta de auto-crítica da esquerda brasileira. Mas a da direita... Os militares em relação ao passado de execuções e tortura dão uma de João sem braços e pernas", escreveu o jornalista em sua conta no Twitter (Foto: Leonardo Lucena)


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247 - O jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva criticou a direita brasileira, após documentos do Departamento de Relações Exteriores dos Estados Unidos apontarem que governo do general Emílio Médici (1969-1974) autorizou a morte de pelo menos 104 brasileiros por militares do Centro de Informações do Exército (CIE). O sucessor dele, Ernesto Geisel, também deu sinal verde para a  continuação dos assassinatos de cidadão considerados 'subversivos perigosos'. A cada novo homicídio seria analisado e autorizado pelo general João Figueiredo, indicado de Geisel para o Serviço Nacional de Informações (SNI).

"A gente fala muito da falta de auto-crítica da esquerda brasileira. Mas a da direita... Os militares em relação ao passado de execuções e tortura dão uma de João sem braços e pernas", escreveu o jornalista em sua conta no Twitter.

Curiosamente, o general da reserva, Girão Monteiro, defendeu, nesta sexta-feira (11), o uso da espada para recolocar "o Brasil no rumo certo, à direita" - ele é do mesmo partido do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) e é cogitado para disputar o governo do Rio Grande do Norte. "A espada do Oficial deve ser usada em defesa da Pátria e da honra. Assim o fizemos no passado, fazemos no presente e o faremos no futuro. Nesse momento difícil de nossa história esse uso volta a ser necessário para recolocarmos o Brasil no Rumo certo, à direita. BRASIL!!!", escreveu ele.

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Neste ano, mês de abril, o general da reserva Luiz Augusto Schroeder Lessa defendeu que, se caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja autorizado a concorrer nas eleições de outubro e venha a vencer o pleito, o país passe novamente por uma intervenção militar. No ano passado, o general Antonio Hamilton Mourão, que admitiu a possibilidade de uma intervenção militar no país em função da crise institucional e política.

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