Luis Miguel: defesa do Escola Sem Partido pelo MPF é 'chocante superficialidade'
O professor Luis Felipe Miguel diz que a nota técnica assinada por 116 procuradores do Ministério público federal ou dos estados sobre o projeto Escola Sem Partido é “um documento de chocante superficialidade, ideológico a não mais poder"; para o professor, “O projeto do Escola Sem Partido seria justificável exatamente por ser, nos termos dos procuradores, perfeitamente inútil: ele só replica legislação existente. Baseado no fatiamento e descontextualização de textos legais, o argumento é facilmente desmascarado como falacioso”
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247 – O professor Luis Felipe Miguel revela em artigo publicado no jornal GGN que leu a "Nota técnica" assinada por 116 procuradores do ministério público federal ou dos estados sobre o projeto Escola Sem Partido e considera “um documento de chocante superficialidade, ideológico a não mais poder, todo ancorado no dogma central do movimento pelo obscurantismo na educação: existe uma "neutralidade" a ser alcançada (mesmo que não plena, como eles timidamente reconhecem) e esta neutralidade consiste na omissão diante das violências do mundo e na reprodução acrítica dos discursos dominantes”.
“O cerne do documento é uma correlação ponto a ponto entre as restrições à liberdade de ensinar e aprender, previstas no projeto, e dispositivos já contidos em outros textos legais, notadamente a Constituição Federal, a nefasta Convenção Americana de Direitos Humanos, o Estatuto da Criança e do Adolescente e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação”, diz ele.
Para o professor, “O projeto do Escola Sem Partido seria justificável exatamente por ser, nos termos dos procuradores, perfeitamente inútil: ele só replica legislação existente. Baseado no fatiamento e descontextualização de textos legais, o argumento é facilmente desmascarado como falacioso”.
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