Liberais só no papel: MBL quer regulação pública das redes sociais
Movimento praga o liberalismo econômico, com mínima intervenção estatal, mas após ter páginas aliadas removidas do Facebook pediu que STF intervisse na regulação de políticas de remoção de conteúdos e páginas digitais
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Por William De Lucca - Ao contrário do que prega a cartilha liberal, que defende a mínima interferencia de regulações estatais no mercado, o Movimento Brasil Livre (MBL) quer que o judiciário regule as políticas internas das empresas de redes sociais no Brasil.
Segundo BR-18, o MBL ingressou com um madado de injunção no STF para que a Presidência edite numa regulamentadora de políticas de remoção de conteúdos e páginas digitais.
Na quarta-feira, o Facebook excluiu cerca de 300 perfis e páginas, muitas delas com ligação ao movimento, que tem protestado contra a medida. Desde quinta-feira (26), militantes do MBL estão acampados em frente a sede da empresa de Mark Zuckeberg em São Paulo, cobrando o retorno das páginas.
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