Kotscho: 'Será que agora o MP paulista vai investigar os tucanos?'
"Muito ativo para investigar qualquer caso ligado ao PT, o Ministério Público paulista desistiu de intimar o ex-presidente Lula e resolveu denunciar e investigar casos de corrupção envolvendo governos do PSDB em São Paulo", afirmou o jornalista Ricardo Kotscho, citando as ações contra o cartel de trens da CPTM na gestão José Serra e a investigação de enriquecimento ilícito contra Edson Aparecido, braço direito do governador Geraldo Alckmin
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247 - O jornalista Ricardo Kotscho registrou nesta quarta-feira, 2, em seu blog, a investida do Ministério Público de São Paulo contra denúncias de corrupção envolvendo gestões do PSDB.
"Muito ativo para investigar qualquer caso ligado ao PT, o Ministério Público paulista desistiu de intimar o ex-presidente Lula e resolveu denunciar e investigar casos de corrupção envolvendo governos do PSDB em São Paulo", afirmou.
Kostscho registra que a maioria dos casos, como o cartel que fraudou licitações para compra de trens da CPTM, durante o governo de José Serra (PSDB), se arrasta há muitos anos, sem que ninguém seja condenado ou preso. "No máximo, são denunciados nomes de executivos das empresas corruptoras, mas não os de agentes públicos que participaram diretamente ou permitiram a prática de fraudes contra os cofres públicos", afirma.
O colunista do R7 citou a abertura de investigação contra o secretário-chefe da Casa Civil de São Paulo, Edson Aparecido dos Santos, braço direito do governador Geraldo Aclkmin (PSDB). Aparecido é suspeito de enriquecimento ilícito, por ter comprado apartamento de luxo por 30% do valor de mercado de uma construtora com contratos com o governo.
"Aparecido não é o único integrante do alto tucanato investigado pelo MP neste momento. O procurador-geral de Justiça, Elias Rosa, criou em janeiro uma força tarefa para investigar denúncias do envolvimento do presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, Fernando Capez, em esquema de fraudes da merenda escolar desmontado na Operação Alba Branca. Além dele, é investigado no mesmo caso o ex-chefe de gabinete de Edson Aparecido na Casa Civil, Luiz Roberto Santos, mais conhecido pelo sugestivo apelido de "Moita". Ambos são acusados como supostos recebedores de propinas pagas por uma cooperativa que fornece produtos para a merenda escolar", afirma.
Leia na íntegra o post de Ricardo Kotscho.
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