Kotscho: não há mais espaço para diálogos minimamente civilizados

"Por vezes tenho a impressão de que os cidadãos eleitores do Brasil de 2018 não querem ler nem ouvir mais nada, já estão com suas sólidas certezas consolidadas", critica o jornalista Ricardo Kotscho nesta sexta-feira, 12, ao avaliar a situação do País, que está à beira de ser sequestrado pelo fascismo; "Não há mais espaço para diálogos minimamente civilizados; só monólogos, uma conversa de surdos que não leva a lugar nenhum", diz ele

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247 - "Por vezes tenho a impressão de que os cidadãos eleitores do Brasil de 2018 não querem ler nem ouvir mais nada, já estão com suas sólidas certezas consolidadas", critica o jornalista Ricardo Kotscho nesta sexta-feira, 12, ao avaliar a situação do País, que está à beira de ser sequestrado pelo fascismo. "Não há mais espaço para diálogos minimamente civilizados; só monólogos, uma conversa de surdos que não leva a lugar nenhum", diz ele. 

Kotscho relembra que durante a Ditadura Militar brasileira, os jornais sofriam com a censura e recorriam à publicação de poemas do portuguÊs Luis de Camões como forma de protesto. "Se acontecer o pior, como tudo indica, em breve poderemos ter de volta um dos símbolos mais emblemáticos dos crimes praticados pela ditadura contra a liberdade de expressão. Procurando se antecipar aos acontecimentos, este Balaio foi buscar no Google, que não existia naquela época de arquivos só de papel, algumas das jóias raras de Camões, para refrescar a memória dos bolsonaristas em marcha", diz ele. 

Leia o texto na íntegra no Balaio do Kotscho

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