Kotscho: Escola sem Partido versus Colégio Santa Cruz
O jornalista Ricardo Kotscho escreve em seu "Balaio do Kotscho" sobre o movimento Escola sem Partido, "um retrocesso aos tempos da ditadura militar, este aborto educacional que agora estão querendo impingir ao país"; no artigo, relata sua experiência pessoal, de suas filhas e uma neta no Colégio Santa Cruz, de padre canadenses, em São Paulo, que tem formado gerações de jovens críticos, estudiosos num clima oposto ao do movimento de direita: "Ali o debate sempre foi aberto para todas as tendências políticas, filosóficas, religiosas e científicas, com plena liberdade para os corpos docentes e discentes"
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247 - O jornalista Ricardo Kotscho escreve em seu "Balaio do Kotscho" sobre o movimento Escola sem Partido, "um retrocesso aos tempos da ditadura militar, este aborto educacional que agora estão querendo impingir ao país". No artigo, relata sua experiência pessoal, de suas filhas e uma neta no Colégio Santa Cruz, de padre canadenses, em São Paulo, existente desde os anos 1950 e que tem formado gerações de jovens críticos, estudiosos num clima oposto ao do movimento defendido pelo futuro presidente e seu ministro da Educação: "Ali o debate sempre foi aberto para todas as tendências políticas, filosóficas, religiosas e científicas, com plena liberdade para os corpos docentes e discentes".
"'A ideia que não corre perigo não é ideia' - a lição de Oscar Wilde parece ter inspirado os padres fundadores da escola, Lionel Corbeil e Paul-Eugène Charbonneau, o grande teórico da pedagogia moderna, que anos mais tarde celebraria meu casamento. Esses padres tiveram, além do conhecimento, muita coragem para implantar um ensino considerado ousado demais por uma sociedade conservadora, ainda aferrada à Tradição, Família e Propriedade, que agora está voltando como lema da nova ordem" - testemunha e constata Kotscho em seu texto.
Leia a íntegra no Balaio do Kotscho.
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