Kotscho: “é hora de trocar o disco e tocar a vida”

Jornalista diz que saída de Dilma Rousseff da presidência é um "fato consumado" e que a entrada de Michel Temer, um "fato novo"; "É hora de trocar o disco, parar de falar em crise e impeachment, apontar culpados, e tratar de tocar a vida, que estava parada, já faz tempo, à espera de uma decisão. Não tem mais volta, vamos lidar com o que temos", acrescenta Ricardo Kotshco, lembrando que a "instabilidade política permanece"

Jornalista diz que saída de Dilma Rousseff da presidência é um "fato consumado" e que a entrada de Michel Temer, um "fato novo"; "É hora de trocar o disco, parar de falar em crise e impeachment, apontar culpados, e tratar de tocar a vida, que estava parada, já faz tempo, à espera de uma decisão. Não tem mais volta, vamos lidar com o que temos", acrescenta Ricardo Kotshco, lembrando que a "instabilidade política permanece"
Jornalista diz que saída de Dilma Rousseff da presidência é um "fato consumado" e que a entrada de Michel Temer, um "fato novo"; "É hora de trocar o disco, parar de falar em crise e impeachment, apontar culpados, e tratar de tocar a vida, que estava parada, já faz tempo, à espera de uma decisão. Não tem mais volta, vamos lidar com o que temos", acrescenta Ricardo Kotshco, lembrando que a "instabilidade política permanece" (Foto: Gisele Federicce)


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247 - Para o jornalista Ricardo Kotscho, o Brasil está diante de um "fato novo e um fato consumado". O fato novo é a entrada de Michel Temer como figura de um novo governo, enquanto o fato consumado é "a derrocada do PT de Dilma, 13 anos e 100 dias depois" de ter chegado ao poder. Diante dos novos acontecimentos, Kotscho diz que "é hora de trocar o disco, parar de falar em crise e impeachment, e tratar de tocar a vida, que estava parada, já faz tempo, à espera de uma decisão".

"É hora de desengavetar projetos, voltar a confiar no próprio taco e começar a planejar novamente o futuro, sem passar o resto da vida olhando para trás e falando das conquistas do passado. Não tem mais volta, vamos lidar com o que temos", ressaltou o jornalista em seu blog.
Segundo ele, a interinidade de Temer faz com que "a instabilidade politica permaneça, agravada pela grave situação da economia". "Mas temos que acreditar em alguma coisa", completa.

O jornalista observa que "o presidente provisório jogou todas as suas fichas num único nome, o de Henrique Meirelles, que passa a ser uma espécie de primeiro-ministro com plenos poderes". Meirelles também foi o "homem forte" da economia no governo Lula.
"Havia naquela época, como agora, fortes desconfianças e incertezas. A diferença é que Lula chegou ao poder com mais de 50 milhões de votos, e Temer, com nenhum. Mudaram o Brasil e o mundo. O desafio de Meirelles agora será bem maior", ressaltou Kotscho.

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Leia aqui a íntegra do texto de Ricardo Kotscho sobre o assunto. 

 

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