Kotscho: Direita festiva carioca avança e está na moda

Jornalista Ricardo Kotscho criticou nesta quarta-feira, 26, o classificou como a "direita festiva", que se espalha pelo Brasil nestes de crise institucional e política; Kotscho criticou a deturpação nas redes sociais de histórias da ditadura militar retratadas na séria da Globo "Os dias eram assim"; "Nesta versão das imagens com legendas canalhas que circulam em grupos de WhatsApp, certamente inspirados pelo que leem e ouvem dos gurus da direita festiva, questionam a repressão do regime militar e querem mostrar que a ditadura foi uma festa, algo inimaginável até pouco tempo atrás"

Jornalista Ricardo Kotscho criticou nesta quarta-feira, 26, o classificou como a "direita festiva", que se espalha pelo Brasil nestes de crise institucional e política; Kotscho criticou a deturpação nas redes sociais de histórias da ditadura militar retratadas na séria da Globo "Os dias eram assim"; "Nesta versão das imagens com legendas canalhas que circulam em grupos de WhatsApp, certamente inspirados pelo que leem e ouvem dos gurus da direita festiva, questionam a repressão do regime militar e querem mostrar que a ditadura foi uma festa, algo inimaginável até pouco tempo atrás"
Jornalista Ricardo Kotscho criticou nesta quarta-feira, 26, o classificou como a "direita festiva", que se espalha pelo Brasil nestes de crise institucional e política; Kotscho criticou a deturpação nas redes sociais de histórias da ditadura militar retratadas na séria da Globo "Os dias eram assim"; "Nesta versão das imagens com legendas canalhas que circulam em grupos de WhatsApp, certamente inspirados pelo que leem e ouvem dos gurus da direita festiva, questionam a repressão do regime militar e querem mostrar que a ditadura foi uma festa, algo inimaginável até pouco tempo atrás" (Foto: Romulo Faro)


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247 - O jornalista Ricardo Kotscho criticou nesta quarta-feira, 26, o classificou como a "direita festiva", que se espalha pelo Brasil nestes de crise institucional e política. 

"Eles vão aos poucos ganhando espaço em todos os lugares _ nas colunas de meios impressos e eletrônicos, charges e cartoons, palestras e debates, programas humorísticos, shows musicais. São cientistas políticos e filósofos, roqueiros e escritores, economistas e jornalistas. Como chamá-los? O que os une? Quem é seu líder? De onde surgiram? Aonde querem chegar? É a safra dos 'neocons da intelligentsia', algo que podemos genericamente denominar de direita festiva, um contraponto à esquerda festiva dos anos 60 e 70 do século passado", diz Kotscho. 

O jornalista criticou a deturpação nas redes sociais de histórias da ditadura militar retratadas na séria da Globo "Os dias eram assim". "Nesta versão das imagens com legendas canalhas que circulam em grupos de WhatsApp, certamente inspirados pelo que leem e ouvem dos gurus da direita festiva, questionam a repressão do regime militar e querem mostrar que a ditadura foi uma festa, algo inimaginável até pouco tempo atrás", diz Kotscho.

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"Nos memes, ícones daquela época aparecem se divertindo na praia, e noutra imagem Chico Buarque e Lula jovens brindam num boteco. Chico e Lula, não por acaso, são os principais alvos dos 'neocons' que invadiram a cena cultural carioca, dividindo as torcidas num novo Fla-Flu entre os que os amam e os que os odeiam. A hashtag 'Os dias não eram assim', também não por acaso, foi lançada e multiplicada na web pela família Bolsonaro, mas os novos arautos da 'intelligentsia' nativa não têm líderes nem objetivos definidos", acrescenta o jornalista. 

"O que os une é apenas o feroz anti-lulopetismo e tudo o que antigamente se chamava de esquerda, se é que ainda se possa falar assim. (...) Na pobreza de ideias e sabedoria em que vivemos, falta um Roberto Campos para definir agora o que é direita festiva. Até nisso regredimos", diz Kotscho. 

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Leia o texto na íntegra no Balaio do Kotscho.

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