Kotscho: Dilma monta seu ‘bunker’. Mas para quê?

Para o jornalista Ricardo Kotscho, a tentativa da presidente Dilma Rousseff de montar um "bunker da resistência" contra o impeachment no Palácio da Alvorada sugere "atos de desespero nos últimos dias"; "Vai resistir para quê, resistir contra quem, quais são os seus planos?", questiona; segundo ele, até mesmo partidários e correligionários consideram que a presidente deverá ser afastada do cargo e se a tentativa de resistência visa angariar apoio popular a história mostra que as coisas não são tão simples assim; "Jânio e Jango também ficaram esperando que as multidões saíssem às ruas para pedir a volta deles. Morreram esperando", lembra 

Para o jornalista Ricardo Kotscho, a tentativa da presidente Dilma Rousseff de montar um "bunker da resistência" contra o impeachment no Palácio da Alvorada sugere "atos de desespero nos últimos dias"; "Vai resistir para quê, resistir contra quem, quais são os seus planos?", questiona; segundo ele, até mesmo partidários e correligionários consideram que a presidente deverá ser afastada do cargo e se a tentativa de resistência visa angariar apoio popular a história mostra que as coisas não são tão simples assim; "Jânio e Jango também ficaram esperando que as multidões saíssem às ruas para pedir a volta deles. Morreram esperando", lembra 
Para o jornalista Ricardo Kotscho, a tentativa da presidente Dilma Rousseff de montar um "bunker da resistência" contra o impeachment no Palácio da Alvorada sugere "atos de desespero nos últimos dias"; "Vai resistir para quê, resistir contra quem, quais são os seus planos?", questiona; segundo ele, até mesmo partidários e correligionários consideram que a presidente deverá ser afastada do cargo e se a tentativa de resistência visa angariar apoio popular a história mostra que as coisas não são tão simples assim; "Jânio e Jango também ficaram esperando que as multidões saíssem às ruas para pedir a volta deles. Morreram esperando", lembra  (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O jornalista Ricardo Kotscho questiona a resistência da presidente Dilma Rousseff em aceitar que o seu mandato chegou ao fim por meio do impeachment. Segundo ele, a tentativa de montar um "bunker da resistência" no Palácio da Alvorada sugere "atos de desespero nos últimos dias". "Vai resistir para quê, resistir contra quem, quais são os seus planos?", pergunta o jornalista.

Segundo Kotscho, "ao contrário de Collor, que deixou o Planalto pela porta dos fundos acompanhado apenas pela mulher, Dilma está pensando num final grandioso para a despedida, programada para o próximo dia 12, segundo o cronograma do Senado. Quer descer a rampa solenemente ao lado do que restou do ministério de seu desastrado governo que quebrou o País".

Mais adiante, ele avalia que "em seus atos de desespero nos últimos dias, a ainda presidente deixou claro que pretende cair atirando, para infernizar a vida do seu sucessor constitucional (e, por tabela, a de todos nós, que pagamos a conta), como fez no 1º de Maio, ao anunciar um "pacote de bondades" que aumenta as despesas e diminui a arrecadação, no apagar das luzes, deixando um rombo perto de R$ 100 bilhões nas contas públicas".

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Por fim, ele questiona se esta resistência tem como objetivo mobilizar as massas e os movimentos sindicais e sociais contra o impeachment. "Jânio e Jango também ficaram esperando que as multidões saíssem às ruas para pedir a volta deles. Morreram esperando", finaliza.

Veja aqui a íntegra do artigo de Ricardo Kotscho.

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