Kotscho: 'Congresso decide futuro do PT, Lula e Dilma'

Jornalista que acompanhou de perto a fundação do partido avalia que o 5º Congresso "não poderia acontecer em pior hora" para a legenda e seus líderes; "Anunciado como palco do lançamento da candidatura de Lula para 2018, o encontro, que foi há tempos marcado para Salvador, na Bahia, de 11 a 13 de junho, vai colocar frente a frente as divergências do partido e do governo diante do ajuste fiscal e dos rumos tomados pelo segundo mandato da presidente Dilma Rousseff", diz Ricardo Kotscho

Jornalista que acompanhou de perto a fundação do partido avalia que o 5º Congresso "não poderia acontecer em pior hora" para a legenda e seus líderes; "Anunciado como palco do lançamento da candidatura de Lula para 2018, o encontro, que foi há tempos marcado para Salvador, na Bahia, de 11 a 13 de junho, vai colocar frente a frente as divergências do partido e do governo diante do ajuste fiscal e dos rumos tomados pelo segundo mandato da presidente Dilma Rousseff", diz Ricardo Kotscho
Jornalista que acompanhou de perto a fundação do partido avalia que o 5º Congresso "não poderia acontecer em pior hora" para a legenda e seus líderes; "Anunciado como palco do lançamento da candidatura de Lula para 2018, o encontro, que foi há tempos marcado para Salvador, na Bahia, de 11 a 13 de junho, vai colocar frente a frente as divergências do partido e do governo diante do ajuste fiscal e dos rumos tomados pelo segundo mandato da presidente Dilma Rousseff", diz Ricardo Kotscho (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O 5º Congresso Nacional do PT, que começa nesta quinta-feira 11 em Salvador, na Bahia, "não poderia acontecer em pior hora" para o partido e suas lideranças, avalia Ricardo Kotscho, que acompanhou de perto a história da legenda, desde a sua fundação.

"Anunciado como palco do lançamento da candidatura de Lula para 2018, o encontro, que foi há tempos marcado para Salvador, na Bahia, de 11 a 13 de junho, vai colocar frente a frente as divergências do partido e do governo diante do ajuste fiscal e dos rumos tomados pelo segundo mandato da presidente Dilma Rousseff", escreve Kotscho, em seu blog.

"As decisões a serem tomadas pelos 800 delegados petistas em Salvador poderão definir o futuro político de Lula e do governo Dilma. Cuidados foram tomados pelos dois para evitar um confronto de posições", diz. "Será a oportunidade também para se aferir os efeitos junto à base das denúncias feitas nas últimas semanas contra Lula sobre as suas relações com as empreiteiras Odebrecht e Camargo Correa", acrescenta.

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"Para o PT, o melhor que pode acontecer em Salvador é não acontecer nada", conclui Kotscho. Leia aqui a íntegra do artigo.

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