Kotscho: Cármen Lúcia defende guilda da República da Toga

"Esta semana, ao mesmo tempo que a presidente do STF, Cármen Lúcia, com sua pompa e circunstância de madre superiora, fazia uma veemente defesa da República da Toga, na quinta-feira, do lado de fora do tribunal cerca de 500 representantes da nobre confraria faziam um protesto para pedir aumento e defender seus privilégios", escreve o jornalista Ricardo Kotscho, para quem o recado no discurso da ministra "poderia ser também para seus pares"

"Esta semana, ao mesmo tempo que a presidente do STF, Cármen Lúcia, com sua pompa e circunstância de madre superiora, fazia uma veemente defesa da República da Toga, na quinta-feira, do lado de fora do tribunal cerca de 500 representantes da nobre confraria faziam um protesto para pedir aumento e defender seus privilégios", escreve o jornalista Ricardo Kotscho, para quem o recado no discurso da ministra "poderia ser também para seus pares"
"Esta semana, ao mesmo tempo que a presidente do STF, Cármen Lúcia, com sua pompa e circunstância de madre superiora, fazia uma veemente defesa da República da Toga, na quinta-feira, do lado de fora do tribunal cerca de 500 representantes da nobre confraria faziam um protesto para pedir aumento e defender seus privilégios", escreve o jornalista Ricardo Kotscho, para quem o recado no discurso da ministra "poderia ser também para seus pares" (Foto: Gisele Federicce)


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247 - Para o jornalista Ricardo Kotscho, o discurso da presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, durante cerimônia que marcou a volta dos trabalhos do Judiciário em 2018, visto como um recado para o PT e para Lula, "poderia ser também para seus pares".

Leia um trecho de seu texto:

"No trecho mais enfático da sua defesa, Cármen Lúcia subiu o tom, sem dizer a quem se dirigia:

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"O que é inadmissível e inaceitável é desacatar a Justiça, agravá-la ou agredi-la. Justiça individual, fora do direito, não é justiça, senão vingança ou ato de força pessoal".

Segundo a imprensa, o recado era para o PT pelas duras críticas que seus dirigentes fizeram à condenação de Lula.

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Poderia ser também para seus pares, que ultimamente estão fazendo de tudo para desacreditar o Judiciário, decidindo julgamentos de acordo com suas convicções, preferências e conveniências, não necessariamente respeitando as leis em vigor".

Leia a íntegra no Balaio do Kotscho.

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