Kotscho: 'Acuado, Cunha virou franco-atirador'

Para o jornalista Ricardo Kotscho, depois da decisão da maioria do Supremo Tribunal Federal em tornar Eduardo Cunha réu em ação penal por corrupção e lavagem de dinheiro, o presidente da Câmara pode retaliar com votação novas "pautas-bomba" contra a presidente Dilma Rousseff; "Acuado, o presidente da Câmara virou um franco-atirador, com o único objetivo de salvar o mandato e o cargo, enquanto tenta ressuscitar o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff", afirmou; "Só quem poderá detê-lo em sua escalada de vingança será o mesmo STF", diz Kotscho

Para o jornalista Ricardo Kotscho, depois da decisão da maioria do Supremo Tribunal Federal em tornar Eduardo Cunha réu em ação penal por corrupção e lavagem de dinheiro, o presidente da Câmara pode retaliar com votação novas "pautas-bomba" contra a presidente Dilma Rousseff; "Acuado, o presidente da Câmara virou um franco-atirador, com o único objetivo de salvar o mandato e o cargo, enquanto tenta ressuscitar o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff", afirmou; "Só quem poderá detê-lo em sua escalada de vingança será o mesmo STF", diz Kotscho
Para o jornalista Ricardo Kotscho, depois da decisão da maioria do Supremo Tribunal Federal em tornar Eduardo Cunha réu em ação penal por corrupção e lavagem de dinheiro, o presidente da Câmara pode retaliar com votação novas "pautas-bomba" contra a presidente Dilma Rousseff; "Acuado, o presidente da Câmara virou um franco-atirador, com o único objetivo de salvar o mandato e o cargo, enquanto tenta ressuscitar o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff", afirmou; "Só quem poderá detê-lo em sua escalada de vingança será o mesmo STF", diz Kotscho (Foto: Aquiles Lins)


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247 - Para o jornalista Ricardo Kotscho, depois da decisão da maioria do Supremo Tribunal Federal em tornar Eduardo Cunha réu em ação penal por corrupção e lavagem de dinheiro, tudo o que o presidente da Câmara quer no momento é "ganhar tempo".

"Tudo o que Eduardo Cunha quer agora é ganhar tempo, entregar os anéis para não perder os dedos, ou seja, o mandato e a presidência da Câmara. Para isso, ganhou a ajuda na quarta-feira de três ministros do Supremo Tribunal Federal _ Gilmar Mendes, Dias Toffli e Luiz Fux _ que, com suas ausências, fizeram adiar para hoje o final do julgamento de Cunha, quando o placar já estava 6 a 0 para transformá-lo em réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro", afirmou.

Segundo Kotscho, ainda é cedo para dar Eduardo Cunha como vencido e o Planalto ainda pode receber novas "pautas-bomba" como retaliação. "Acuado, o presidente da Câmara virou um franco-atirador, com o único objetivo de salvar o mandato e o cargo, enquanto tenta ressuscitar o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff. Só quem poderá detê-lo em sua escalada de vingança será o mesmo STF, se terminar de votar na tarde desta quinta-feira a abertura do processo e, em seguida, decidir se aceita ou não o pedido de afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara apresentado pela Procuradoria Geral da República", diz Kotscho. 

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Leia na íntegra o post de Ricardo Kotscho.

 

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