Kokay: atacado por Bolsonaro, Ibama foi o único a alertar sobre o rompimento
A deputada federal Erika Kokay (PT) ressaltou que o Ibama foi o único órgão que alertou sobre sobre a possibilidade de rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais; "Só para lembrar... “Atacado por Bolsonaro, Ibama foi o único órgão que alertou sobre o rompimento da barragem!”, disse; Durante a campanha, Bolsonaro praticamente anunciou o fim do Ibama: “Não vou mais admitir o Ibama sair multando a torto e a direito por aí", declarou
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247 - A deputada federal Erika Kokay (PT) usou sua conta no Twitter para ressaltar que o Ibama foi o único órgão que alertou sobre sobre a possibilidade de rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, em Minas Gerais.
"Só para lembrar... “Atacado por Bolsonaro, Ibama foi o único órgão que alertou sobre o rompimento da barragem!”, disse Kokay.
Só para lembrar...
“Atacado por Bolsonaro, Ibama foi o único órgão que alertou sobre o rompimento da barragem!”https://t.co/UKiZpY2ngKcontinua após o anúncio
— Erika Kokay (@erikakokay) 28 de janeiro de 2019
Durante a campanha, Bolsonaro praticamente anunciou o fim do Ibama: “Não vou mais admitir o Ibama sair multando a torto e a direito por aí, bem como o ICMbio. Essa festa vai acabar”afirmou. O presidente eleito também anunciou que acabaria com o Ministério do Meio Ambiente, mas depois recuou.
O representante do Ibama na reunião, Julio Cesar Dutra Grillo, alegou que era possível que a barragem se rompesse e citou exemplos de Mariana, com a barragem de Fundão. “Casa Branca tem algumas barragens acima de sua cabeça. Muita gente aqui citou o problema de Mariana, de Fundão, e vocês têm um problema similar. Ali é o seguinte: essas barragens não oferecem risco zero. Em uma negligência qualquer de quem está à frente de um sistema de gestão de risco, aquilo rompe. Se essa barragem ficar abandonada alguns anos, não for descomissionada, ela rompe”, disse Grillo, à época, de acordo com a ata da reunião.
Segundo informações, houve discussão e representantes da comunidade local apontaram possíveis abalos hídricos com a ampliação do complexo. Mesmo assim, o projeto foi aprovado por 8 votos a 1, com uma abstenção de Júlio Grillo. informações são do Portal Terra e Carta Campinas.
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