Kennedy: TRF-4 age com casuísmo no caso de Lula

O jornalista Kennedy Alencar afirmou nesta quarta-feira, 13, que a decisão do TRF-4 em julgar a jato o recurso do ex-presidente Lula é um "casuísmo para acelerar a tentativa de retirada de Lula da eleição de 2018"; "A tramitação recorde se revela um casuísmo porque o nome na capa do processo é o de Lula. Isso é errado", diz ele; "Juízes não devem fazer política. Quando interferem no processo político, magistrados permitem que sejam questionadas a imparcialidade e a justiça de suas decisões. É o que está acontecendo no caso de Lula", afirma Kennedy

O jornalista Kennedy Alencar afirmou nesta quarta-feira, 13, que a decisão do TRF-4 em julgar a jato o recurso do ex-presidente Lula é um "casuísmo para acelerar a tentativa de retirada de Lula da eleição de 2018"; "A tramitação recorde se revela um casuísmo porque o nome na capa do processo é o de Lula. Isso é errado", diz ele; "Juízes não devem fazer política. Quando interferem no processo político, magistrados permitem que sejam questionadas a imparcialidade e a justiça de suas decisões. É o que está acontecendo no caso de Lula", afirma Kennedy
O jornalista Kennedy Alencar afirmou nesta quarta-feira, 13, que a decisão do TRF-4 em julgar a jato o recurso do ex-presidente Lula é um "casuísmo para acelerar a tentativa de retirada de Lula da eleição de 2018"; "A tramitação recorde se revela um casuísmo porque o nome na capa do processo é o de Lula. Isso é errado", diz ele; "Juízes não devem fazer política. Quando interferem no processo político, magistrados permitem que sejam questionadas a imparcialidade e a justiça de suas decisões. É o que está acontecendo no caso de Lula", afirma Kennedy (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O jornalista Kennedy Alencar afirmou nesta quarta-feira, 13, que a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) em marcar para o dia 24 de janeiro o julgamento do recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é um "casuísmo para acelerar a tentativa de retirada de Lula da eleição de 2018".

Segundo ele, o mais provável é que os desembargadores tenham chegado à conclusão de que a sentença de Moro seria consistente. "Em qualquer uma das duas hipóteses, absolvição ou condenação no TRF da 4ª Região, sediado em Porto Alegre, a tramitação recorde se revela um casuísmo porque o nome na capa do processo é o de Lula. Isso é errado", diz ele. 

"Juízes não devem fazer política. Quando interferem no processo político, magistrados permitem que sejam questionadas a imparcialidade e a justiça de suas decisões. É o que está acontecendo no caso de Lula", afirma Kennedy. 

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