Kennedy: Temer mostra força ao bancar Alves no Turismo

Segundo o colunista Kennedy Alencar, o vice-presidente Michel Temer cumpriu um acordo negociado com a presidente Dilma Rousseff no final do ano passado: se Henrique Alves ficasse fora da lista de investigados da operação Lava Jato, iria para o Turismo; Kennedy lembra que a indicação de Alves agrada ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Mas o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ficou contrariado com a perda de espaço no governo

Segundo o colunista Kennedy Alencar, o vice-presidente Michel Temer cumpriu um acordo negociado com a presidente Dilma Rousseff no final do ano passado: se Henrique Alves ficasse fora da lista de investigados da operação Lava Jato, iria para o Turismo; Kennedy lembra que a indicação de Alves agrada ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Mas o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ficou contrariado com a perda de espaço no governo
Segundo o colunista Kennedy Alencar, o vice-presidente Michel Temer cumpriu um acordo negociado com a presidente Dilma Rousseff no final do ano passado: se Henrique Alves ficasse fora da lista de investigados da operação Lava Jato, iria para o Turismo; Kennedy lembra que a indicação de Alves agrada ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Mas o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ficou contrariado com a perda de espaço no governo (Foto: Roberta Namour)


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247 – O colunista Kennedy Alencar atribui a uma “demonstração de força” de Michel Temer, a nomeação do ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) como ministro do Turismo nesta quinta-feira.

Segundo ele, Temer cumpriu um acordo negociado com a presidente Dilma Rousseff no final do ano passado: se Alves ficasse fora da lista de investigados da operação Lava Jato, iria para o Turismo.

Kennedy lembra que a indicação de Alves agrada ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Mas o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ficou contrariado com a perda de espaço no governo.

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“Afilhado político de Renan, o ex-ministro do Turismo, Vinícius Lages, foi nomeado chefe de gabinete do presidente do Senado. Renan se recusou a indicar seu apadrinhado para outro cargo porque diz que isso seria contraditório com a sua proposta de redução de ministérios” (leia aqui).

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