Kennedy: Seguindo STF, Dilma deve vetar doações privadas

Segundo o colunista Kenedy Alencar, a presidente Dilma Rousseff deverá vetar a lei aprovada pelo Congresso que permite doações de empresas a partidos até o limite de R$ 20 milhões, baseada na decisão desta quinta do STF (Supremo Tribunal Federal) de proibir doações de empresas; ele destaca que dificilmente o Congresso conseguirá restabelecer uma regra que agrade ao poder econômico: "Em conversas reservadas, ministros do Supremo dizem que só uma nova Constituição ou uma nova maioria no futuro poderiam mudar esse entendimento"

Segundo o colunista Kenedy Alencar, a presidente Dilma Rousseff deverá vetar a lei aprovada pelo Congresso que permite doações de empresas a partidos até o limite de R$ 20 milhões, baseada na decisão desta quinta do STF (Supremo Tribunal Federal) de proibir doações de empresas; ele destaca que dificilmente o Congresso conseguirá restabelecer uma regra que agrade ao poder econômico: "Em conversas reservadas, ministros do Supremo dizem que só uma nova Constituição ou uma nova maioria no futuro poderiam mudar esse entendimento"
Segundo o colunista Kenedy Alencar, a presidente Dilma Rousseff deverá vetar a lei aprovada pelo Congresso que permite doações de empresas a partidos até o limite de R$ 20 milhões, baseada na decisão desta quinta do STF (Supremo Tribunal Federal) de proibir doações de empresas; ele destaca que dificilmente o Congresso conseguirá restabelecer uma regra que agrade ao poder econômico: "Em conversas reservadas, ministros do Supremo dizem que só uma nova Constituição ou uma nova maioria no futuro poderiam mudar esse entendimento" (Foto: Roberta Namour)


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247 - A presidente Dilma Rousseff deverá vetar a lei aprovada pelo Congresso que permite doações de empresas a partidos até o limite de R$ 20 milhões. É o que diz o colunista Kennedy Alencar: “Segundo auxiliares, ela deverá trilhar esse caminho baseada na decisão desta quinta do STF (Supremo Tribunal Federal) de proibir doações de empresas”.

Segundo ele, o impacto principal da decisão do STF de proibir doações de empresas é a mudança completa da cultura política do Brasil.

“Dificilmente o Congresso conseguirá restabelecer uma regra que agrade ao poder econômico. Em conversas reservadas, ministros do Supremo dizem que só uma nova Constituição ou uma nova maioria no futuro poderiam mudar esse entendimento”, diz (leia aqui).

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