Kennedy: Recriar comissão é principal vitória do governo
Colunista Kennedy Alencar afirma que a chance de eleger com voto aberto uma nova comissão é mais importante do que dar a última palavra ao Senado caso dois terços da Câmara (342 deputados) autorizem a abertura do processo de impeachment; ressalta, no entanto, que a “chancela do Senado funciona como uma última muralha numa guerra que está longe de acabar e que tem lances importantes, como o acirramento da guerra no PMDB entre governistas e oposicionistas”
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247 - Para o Palácio do Planalto, a principal vitória de ontem foi a possibilidade de dar uma nova composição à comissão especial da Câmara que analisará o pedido de abertura de processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. É o que afirma o colunista Kennedy Alencar.
Ele ressalta que “a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de anular a comissão eleita por voto secreto na semana passada é uma derrota da oposição e do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)”.
Mais do que isso, afirma que essa chance de eleger com voto aberto uma nova comissão é mais importante do que dar a última palavra ao Senado caso dois terços da Câmara (342 deputados) autorizem a abertura do processo de impeachment. “Nessa hipótese, estará criado um ambiente político muito desfavorável ao governo, o que dificultaria a possibilidade de o Senado barrar o impedimento presidencial”, diz.
Kennedy conclui, no entanto, que a “chancela do Senado funciona como uma última muralha numa guerra que está longe de acabar e que tem lances importantes, como o acirramento da guerra no PMDB entre governistas e oposicionistas” (leia mais).
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