Kennedy: prisão de Cunha demorou muito e beneficiou impeachment

O colunista político Kennedy Alencar afirmou nesta quinta-feira, 20, que a prisão do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) abre uma fase de instabilidade política para o governo Temer que pode ameaçar a sua sobrevivência; ele atesta que a prisão de Cunha veio de forma tardia; "Temos de lembrar que Cunha demorou muito a ser preso. E isso permitiu que ele tivesse um papel central na queda de Dilma. Sem ele na ativa, o desfecho do processo de impeachment poderia ter sido outro", afirma; "Por esse conjunto de razões, uma delação de Eduardo Cunha tem imenso interesse público"

O colunista político Kennedy Alencar afirmou nesta quinta-feira, 20, que a prisão do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) abre uma fase de instabilidade política para o governo Temer que pode ameaçar a sua sobrevivência; ele atesta que a prisão de Cunha veio de forma tardia; "Temos de lembrar que Cunha demorou muito a ser preso. E isso permitiu que ele tivesse um papel central na queda de Dilma. Sem ele na ativa, o desfecho do processo de impeachment poderia ter sido outro", afirma; "Por esse conjunto de razões, uma delação de Eduardo Cunha tem imenso interesse público"
O colunista político Kennedy Alencar afirmou nesta quinta-feira, 20, que a prisão do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) abre uma fase de instabilidade política para o governo Temer que pode ameaçar a sua sobrevivência; ele atesta que a prisão de Cunha veio de forma tardia; "Temos de lembrar que Cunha demorou muito a ser preso. E isso permitiu que ele tivesse um papel central na queda de Dilma. Sem ele na ativa, o desfecho do processo de impeachment poderia ter sido outro", afirma; "Por esse conjunto de razões, uma delação de Eduardo Cunha tem imenso interesse público" (Foto: Aquiles Lins)


✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.

247 - O colunista político Kennedy Alencar afirmou nesta quinta-feira, 20, que a prisão do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) abre uma fase de instabilidade política para o governo Temer que pode paralisar ou até ameaçar a sobrevivência da atual administração.

Há temor no governo de que Cunha faça revelações que derrubem ministros e auxiliares de Temer. Também existe preocupação sobre a versão que Cunha apresentará da relação que teve com Michel Temer quando o atual presidente da República era vice e presidente do PMDB", afirma.

Para Kennedy, uma série de razões aponta a colaboração premiada como a única saída eficiente para Cunha. Ele enumera a questão familiar, com a esposa Cláudia Cruz e a filha Danielle Dytz sob a mira do juiz Sérgio Moro, e também a gravidade das provas contra Cunha de que ele escondeu dinheiro na Suíça. 

continua após o anúncio

"Ninguém bem-informado tem dúvida de que Cunha sabe segredos de figuras centrais do governo, do Congresso, do PMDB, de outros partidos e de empresas com as quais lidou. Não deve ser levada a sério essa história de que o Ministério Público não teria interesse numa delação de Cunha. Não se trata de vontade pessoal de procuradores nem de um suposto desejo de castigar o peemedebista como exemplo de punição. Trata-se do que está na lei da delação. Se um criminoso revelar fatos novos e relevantes que ajudem a esclarecer delitos mais graves, ele preenche o requisito legal para delatar. Um acordo seria inevitável", defende Kennedy.

"Temos de lembrar que Cunha demorou muito a ser preso. E isso permitiu que ele tivesse um papel central na queda de Dilma. Sem ele na ativa, o desfecho do processo de impeachment poderia ter sido outro.Por esse conjunto de razões, uma delação de Eduardo Cunha tem imenso interesse público", afirmou. 

continua após o anúncio

Leia na íntegra o comentário de Kennedy Alencar. 

continua após o anúncio

iBest: 247 é o melhor canal de política do Brasil no voto popular

Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

continua após o anúncio

Ao vivo na TV 247

Cortes 247