Kennedy: presidencialismo de coalizão doente é desafio para Temer

Colunista Kennedy Alencar afirma que o vice Michel Temer terá dois desafios urgentes, caso assuma o governo: atenuar a crise econômica e lutar contra o presidencialismo de coalizão que está "doente" e que ser combatido; "Entregar os anéis na largada poderá ser um erro, porque significará a senha para ser chantageado o tempo todo. O Congresso que derrubou Dilma tem responsabilidade pela solução da crise. Não pode continuar sedento de cargos e verbas sem compromisso com os problemas do país", afirma; segundo ele, Dilma está saindo porque "não soube lidar com os políticos"

Colunista Kennedy Alencar afirma que o vice Michel Temer terá dois desafios urgentes, caso assuma o governo: atenuar a crise econômica e lutar contra o presidencialismo de coalizão que está "doente" e que ser combatido; "Entregar os anéis na largada poderá ser um erro, porque significará a senha para ser chantageado o tempo todo. O Congresso que derrubou Dilma tem responsabilidade pela solução da crise. Não pode continuar sedento de cargos e verbas sem compromisso com os problemas do país", afirma; segundo ele, Dilma está saindo porque "não soube lidar com os políticos"
Colunista Kennedy Alencar afirma que o vice Michel Temer terá dois desafios urgentes, caso assuma o governo: atenuar a crise econômica e lutar contra o presidencialismo de coalizão que está "doente" e que ser combatido; "Entregar os anéis na largada poderá ser um erro, porque significará a senha para ser chantageado o tempo todo. O Congresso que derrubou Dilma tem responsabilidade pela solução da crise. Não pode continuar sedento de cargos e verbas sem compromisso com os problemas do país", afirma; segundo ele, Dilma está saindo porque "não soube lidar com os políticos" (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O colunista Kennedy Alencar afirmou nesta segunda-feira, 9, que, na esperada confirmação do afastamento da presidente Dilma Rousseff pelo Senado, o vice-presidente Michel Temer terá dois desafios: atenuar a crise econômica e lutar contra o presidencialismo de coalizão que está "doente". 

"O peemedebista precisará apresentar um conjunto de medidas econômicas que crie um efeito positivo, melhorando a expectativa dos agentes econômicos e sinalizando para a opinião pública que começará o fim da crise econômica. O segundo desafio será aprovar boa parte dessas medidas no Congresso Nacional, também dando início ao fim da crise política", diz.

Para Kennedy, é preciso combater esse modelo de governo. "Entregar os anéis na largada poderá ser um erro, porque significará a senha para ser chantageado o tempo todo. O Congresso que derrubou Dilma tem responsabilidade pela solução da crise. Não pode continuar sedento de cargos e verbas sem compromisso com os problemas do país."

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Kennedy disse também que o processo que retirada da presidente Dilma Rousseff do cargo está ocorrendo porque Dilma "não soube lidar com os políticos". "Na prática, houve uma revolta parlamentar, um golpe parlamentar da própria base de apoio dilmista. Com seus graves erros na política e na economia, a presidente foi a principal responsável pelo que aconteceu", afirmou.

"Mas é nefasto que o impeachment seja usado como uma espécie de voto de desconfiança, como existe no sistema de governo parlamentarista. Essa fragmentação partidária que vem se acentuando precisa ser combatida com novas regras eleitorais. Só na Câmara são 28 partidos com representação. Isso continuará a ser um desafio, no mal sentido, para quem se sentar na cadeira de presidente da República", acrescentou. 

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Leia na íntegra o comentário de Kennedy Alencar. 

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