Kennedy: para Lula, só acordo com Cunha salva Dilma

Se levar em conta os conselhos que recebeu de Lula numa conversa em São Paulo na quinta-feira antes do Carnaval, o primeiro passo pós-folia da presidente será tentar um acordo de convivência com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), escreve o jornalista; Kennedy Alencar acrescenta, no entanto, que precisa ser "um acordo para valer, não uma foto protocolar como a que foi tirada numa reunião há duas semanas"

Se levar em conta os conselhos que recebeu de Lula numa conversa em São Paulo na quinta-feira antes do Carnaval, o primeiro passo pós-folia da presidente será tentar um acordo de convivência com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), escreve o jornalista; Kennedy Alencar acrescenta, no entanto, que precisa ser "um acordo para valer, não uma foto protocolar como a que foi tirada numa reunião há duas semanas"
Se levar em conta os conselhos que recebeu de Lula numa conversa em São Paulo na quinta-feira antes do Carnaval, o primeiro passo pós-folia da presidente será tentar um acordo de convivência com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), escreve o jornalista; Kennedy Alencar acrescenta, no entanto, que precisa ser "um acordo para valer, não uma foto protocolar como a que foi tirada numa reunião há duas semanas" (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Caso leve em consideração o principal conselho que recebeu do ex-presidente Lula na semana passada, a presidente Dilma Rousseff terá como primeiro passa pós-Carnaval firmar um acordo com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirma Kennedy Alencar.

O comentarista político acrescentou em comentário na rádio CBN, no entanto, que é necessário "um acordo para valer, não uma foto protocolar como a que foi tirada numa reunião há duas semanas".

"Lula disse a Dilma que, para recuperar o controle do Congresso, precisará de um acordo com o presidente da Câmara, já que ela tem um bom entendimento com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL)", disse Kennedy.

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"Lula lembrou que, em 2005, quando Severino Cavalcanti (PP-PE) se elegeu presidente da Câmara, ele o recebeu para uma conversa no Palácio do Planalto e fizeram um acordo. 'Tive a humildade de ir falar com ele", teria dito o ex-presidente'". Ouça aqui o comentário.

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