Kennedy: Moro golpeia discurso tucano

"Os tucanos sempre argumentaram que não receberam propina da Petrobras porque as indicações dos diretores corruptos foram feitas no governo do PT. Hoje, com a Operação Resta Um, a 33ª da Lava Jato, Moro afirma que o dinheiro saiu da estatal e que houve uma tentativa de obstruir a Justiça, abafando uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito)", destaca o jornalista

"Os tucanos sempre argumentaram que não receberam propina da Petrobras porque as indicações dos diretores corruptos foram feitas no governo do PT. Hoje, com a Operação Resta Um, a 33ª da Lava Jato, Moro afirma que o dinheiro saiu da estatal e que houve uma tentativa de obstruir a Justiça, abafando uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito)", destaca o jornalista
"Os tucanos sempre argumentaram que não receberam propina da Petrobras porque as indicações dos diretores corruptos foram feitas no governo do PT. Hoje, com a Operação Resta Um, a 33ª da Lava Jato, Moro afirma que o dinheiro saiu da estatal e que houve uma tentativa de obstruir a Justiça, abafando uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito)", destaca o jornalista (Foto: Paulo Emílio)


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247 - O jornalista Kennedy Alencar afirma que o juiz federal Sérgio Moro "deu um duro golpe no discurso tucano sobre corrupção". A pancada, segundo ele, veio na afirmação do magistrado de que "há provas de que em 2009 o então presidente do PSDB, Sérgio Guerra, que morreu em 2014, cobrou propina de R$ 10 milhões para abafar a CPI da Petrobras".

"Os tucanos sempre argumentaram que não receberam propina da Petrobras porque as indicações dos diretores corruptos foram feitas no governo do PT. Hoje, com a Operação Resta Um, a 33ª da Lava Jato, Moro afirma que o dinheiro saiu da estatal e que houve uma tentativa de obstruir a Justiça, abafando uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito)", destaca o colunista.

O jornalista avalia, ainda, que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e outros caciques do partido devem se encontrar com o vice-presidente em exercício Michel Temer para tratar da aceleração do processo de impeachment da presidente eleita Dilma Rousseff, o que "torna mais provável um desfecho do impeachment de Dilma Rousseff ainda em agosto".

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