Kennedy: “Ministro da Justiça fala o que não podia e não devia”

Jornalista avalia ainda ser "questionável colocar em ação na semana da eleição uma operação desse tipo, porque já é sabido faz tempo que o ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci é investigado pela Lava Jato. Deve haver alguma urgência para justificar essa ação a seis dias do primeiro turno. Se não houver urgência, renderá polêmica política"

Jornalista avalia ainda ser "questionável colocar em ação na semana da eleição uma operação desse tipo, porque já é sabido faz tempo que o ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci é investigado pela Lava Jato. Deve haver alguma urgência para justificar essa ação a seis dias do primeiro turno. Se não houver urgência, renderá polêmica política"
Jornalista avalia ainda ser "questionável colocar em ação na semana da eleição uma operação desse tipo, porque já é sabido faz tempo que o ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci é investigado pela Lava Jato. Deve haver alguma urgência para justificar essa ação a seis dias do primeiro turno. Se não houver urgência, renderá polêmica política" (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O jornalista Kennedy Alencar avalia que o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, falou "o que não podia e não devia" sobre a Operação Lava Jato, ao antecipar a 35ª fase da investigação neste domingo 25, durante comício do adversário político de Antonio Palocci, na cidade natal do ex-ministro, que foi preso hoje.

"No melhor cenário para o ministro da Justiça, ele elevou o boquirrotismo dos ministros do governo Temer ao seu mais alto grau de irresponsabilidade. Se for verdade que não tinha informação privilegiada, falou o que não devia e o que não podia por ser ministro da Justiça e chefe administrativo da Polícia Federal. Fazer isso em plena campanha eleitoral é falta grave para um ministro de Estado, porque permitirá a suspeita de uso da Polícia Federal como polícia política e não uma força judiciária ou de Estado", diz Kennedy.

O jornalista afirma ainda que "é questionável colocar em ação na semana da eleição uma operação desse tipo, porque já é sabido faz tempo que o ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil Antonio Palocci é investigado pela Lava Jato. Deve haver alguma urgência para justificar essa ação a seis dias do primeiro turno. Se não houver urgência, renderá polêmica política".

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