Kennedy: Meirelles faz concessão injusta ao Judiciário e MP

"É injusta com o conjunto da sociedade brasileira a concessão feita pelo governo federal para permitir que despesas do Judiciário e do Ministério Público continuem a ultrapassar o limite legal de uso de 60% das receitas dos Estados com o pagamento de pessoal. Não é medida correta num momento de grave crise econômica", critica o jornalista Kennedy Alencar, sobre medida do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles

"É injusta com o conjunto da sociedade brasileira a concessão feita pelo governo federal para permitir que despesas do Judiciário e do Ministério Público continuem a ultrapassar o limite legal de uso de 60% das receitas dos Estados com o pagamento de pessoal. Não é medida correta num momento de grave crise econômica", critica o jornalista Kennedy Alencar, sobre medida do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles
"É injusta com o conjunto da sociedade brasileira a concessão feita pelo governo federal para permitir que despesas do Judiciário e do Ministério Público continuem a ultrapassar o limite legal de uso de 60% das receitas dos Estados com o pagamento de pessoal. Não é medida correta num momento de grave crise econômica", critica o jornalista Kennedy Alencar, sobre medida do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O jornalista Kennedy Alencar criticou em coluna nesta terça-feira 2 a decisão tomada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, de permitir que despesas do Judiciário e do Ministério Público continuem a ultrapassar o limite legal de uso de 60% das receitas dos Estados com o pagamento de pessoal.

A concessão, segundo ele, "é injusta com o conjunto da sociedade brasileira". "Não é medida correta com o conjunto da sociedade brasileira num momento de grave crise econômica", opina, lembrando que "o Poder Judiciário tem a maior média salarial do funcionalismo".

"Essa concessão foi feita porque o Judiciário e o Ministério Público são muito poderosos. Em tempos de Operação Lava Jato, então, ninguém quer contrariar essas corporações", conclui Kennedy.

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