Kennedy: Janot diverge de Moro sobre ação contra Dilma

'Juiz Sérgio Moro insinua que a campanha de Dilma e Temer possa ter recebido recursos ilegais; o governo nega. Já para o procurador-geral Rodrigo Janot, a ação do PSDB contra Dilma e Temer não deveria seguir adiante. Ele considera que só acusações gravíssimas justificariam uma cassação dos mandatos da presidente e do vice. Diz que não há provas nesse sentido e recomendou ao tribunal que rejeite a ação tucana', destaca o colunista Kennedy Alencar 

'Juiz Sérgio Moro insinua que a campanha de Dilma e Temer possa ter recebido recursos ilegais; o governo nega. Já para o procurador-geral Rodrigo Janot, a ação do PSDB contra Dilma e Temer não deveria seguir adiante. Ele considera que só acusações gravíssimas justificariam uma cassação dos mandatos da presidente e do vice. Diz que não há provas nesse sentido e recomendou ao tribunal que rejeite a ação tucana', destaca o colunista Kennedy Alencar 
'Juiz Sérgio Moro insinua que a campanha de Dilma e Temer possa ter recebido recursos ilegais; o governo nega. Já para o procurador-geral Rodrigo Janot, a ação do PSDB contra Dilma e Temer não deveria seguir adiante. Ele considera que só acusações gravíssimas justificariam uma cassação dos mandatos da presidente e do vice. Diz que não há provas nesse sentido e recomendou ao tribunal que rejeite a ação tucana', destaca o colunista Kennedy Alencar  (Foto: Roberta Namour)


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247 – O colunista Kennedy Alencar expõe a divergência entre o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e o juiz federal Sergio Moro a respeito da ação que o PSDB move no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) pedindo a cassação dos mandatos da presidente Dilma Rousseff e do vice Michel Temer.

Ao TSE, Moro diz que já deu uma sentença em primeira instância considerando que houve desvio de recursos da Petrobras para o PT por meio de doações eleitorais. Ele recomenda que o TSE ouça delatores como Alberto Yousseff, Paulo Roberto Costa e Ricardo Pessoa para averiguar se o mesmo esquema contaminou a campanha presidencial. “Moro insinua que a campanha de Dilma e Temer possa ter recebido recursos ilegais. O governo já negou que a campanha da presidente e do vice tenha sido irrigada com recursos sujos”, diz.

Já para o procurador-geral, a ação do PSDB contra Dilma e Temer não deveria seguir adiante. Ele considera que só acusações gravíssimas justificariam uma cassação dos mandatos da presidente e do vice. Diz que não há provas nesse sentido e recomendou ao tribunal que rejeite a ação tucana.

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O TSE deverá dar a palavra final sobre a ação ainda neste semestre (leia aqui).

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