Kennedy: estilo “homem-bomba” deve isolar Cunha ainda mais

Resposta do presidente da Câmara de que aceitaria fazer uma acareação com o delator Júlio Camargo, mas que Dilma e ministros teriam que fazer o mesmo "só eleva a tensão com o governo nos bastidores", avalia o jornalista; para Kennedy Alencar, "atacar Sérgio Moro", como vem fazendo Eduardo Cunha, é outro "erro de cálculo" e criar a CPI do BNDES para atingir o governo também não será uma boa estratégia, segundo o jornalista

Resposta do presidente da Câmara de que aceitaria fazer uma acareação com o delator Júlio Camargo, mas que Dilma e ministros teriam que fazer o mesmo "só eleva a tensão com o governo nos bastidores", avalia o jornalista; para Kennedy Alencar, "atacar Sérgio Moro", como vem fazendo Eduardo Cunha, é outro "erro de cálculo" e criar a CPI do BNDES para atingir o governo também não será uma boa estratégia, segundo o jornalista
Resposta do presidente da Câmara de que aceitaria fazer uma acareação com o delator Júlio Camargo, mas que Dilma e ministros teriam que fazer o mesmo "só eleva a tensão com o governo nos bastidores", avalia o jornalista; para Kennedy Alencar, "atacar Sérgio Moro", como vem fazendo Eduardo Cunha, é outro "erro de cálculo" e criar a CPI do BNDES para atingir o governo também não será uma boa estratégia, segundo o jornalista (Foto: Gisele Federicce)


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247 – O estilo "homem-bomba" tende a aumentar ainda mais o isolamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na presidente da Câmara numa hora de enfraquecimento político, avalia o jornalista Kennedy Alencar.

Para ele, respostas de Cunha como a de ontem, em que disse que aceitaria fazer acareação com o delator Júlio Camargo, mas que a presidente Dilma Rousseff e os ministros Edinho Silva e Aloizio Mercadante teriam que fazer o mesmo "só eleva a tensão com o governo nos bastidores".

Kennedy diz ainda que "atacar Sérgio Moro", como vem fazendo o peemedebista, "é comprar briga com a figura mais popular do Brasil hoje". "Um erro de cálculo", acredita o jornalista, acrescentando que a CPI do BNDES, criada na Câmara para atingir o governo, também não parece ser uma boa estratégia.

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"A personalidade guerreira de Cunha o ajudou a conquistar a presidência da Câmara, mas, por ironia do destino, essa característica pessoal poderá acelerar a eventual perda do cargo. Já há líderes de partidos aliados dizendo que não pretendem seguir a linha agressiva de Cunha na volta do recesso", escreve Kennedy.

Leia aqui a íntegra.

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