Kennedy: economia não vai ajudar candidatura de Meirelles

O jornalista Kennedy Alencar comentou nesta quinta-feira, 1º, a informação de que o PIB brasileiro subiu 1%, segundo o IBGE; segundo ele, se depender da melhora da economia para ser candidato, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles poderá se frustrar; "O desemprego continua num nível elevado, acima de 12%. Empregos com carteira assinada não crescem. Há uma precarização do mercado de trabalho. A vida real está dura. Não há um efeito econômico que possa turbinar para valer uma candidatura presidencial, como já aconteceu no passado", avalia

O jornalista Kennedy Alencar comentou nesta quinta-feira, 1º, a informação de que o PIB brasileiro subiu 1%, segundo o IBGE; segundo ele, se depender da melhora da economia para ser candidato, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles poderá se frustrar; "O desemprego continua num nível elevado, acima de 12%. Empregos com carteira assinada não crescem. Há uma precarização do mercado de trabalho. A vida real está dura. Não há um efeito econômico que possa turbinar para valer uma candidatura presidencial, como já aconteceu no passado", avalia
O jornalista Kennedy Alencar comentou nesta quinta-feira, 1º, a informação de que o PIB brasileiro subiu 1%, segundo o IBGE; segundo ele, se depender da melhora da economia para ser candidato, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles poderá se frustrar; "O desemprego continua num nível elevado, acima de 12%. Empregos com carteira assinada não crescem. Há uma precarização do mercado de trabalho. A vida real está dura. Não há um efeito econômico que possa turbinar para valer uma candidatura presidencial, como já aconteceu no passado", avalia (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O jornalista Kennedy Alencar comentou nesta quinta-feira, 1º, a informação de que o PIB brasileiro subiu 1%, segundo o IBGE. Segundo ele, se depender da melhora da economia para ser candidato, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles poderá se frustrar.

"A equipe econômica deverá usar o dado de hoje para dizer que o país finalmente saiu da recessão. Mas é um crescimento muito baixo levando em conta que a economia encolheu em 2015 e 2016. É uma alta em cima de uma base muito baixa, muito depreciada", diz Kennedy.

"O desemprego continua num nível elevado, acima de 12%. Empregos com carteira assinada não crescem. Há uma precarização do mercado de trabalho. A vida real está dura. Não há um efeito econômico que possa turbinar para valer uma candidatura presidencial, como já aconteceu no passado", avalia o colunista da rádio CBN.

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"A aposta do governo numa intervenção federal no Rio e na agenda da segurança pública é um indicativo da insegurança em relação a algum bônus eleitoral efetivo proporcionado pela economia", diz ele. 

Leia o texto na íntegra no Blog do Kennedy

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