Kennedy: Dilma vê ganho de fôlego com artistas, intelectuais e atos

Segundo o colunista Kennedy Alencar, na avaliação da presidente Dilma Rousseff, o encontro com artistas e intelectuais no Palácio do Planalto e as manifestações de ontem ajudam a mostrar que o impeachment ainda pode ser evitado e que uma parcela significativa da sociedade civil reprovaria um eventual governo Temer; "São fatores que funcionariam, na visão do governo, como uma forma de pressão externa sobre os deputados", diz 

Segundo o colunista Kennedy Alencar, na avaliação da presidente Dilma Rousseff, o encontro com artistas e intelectuais no Palácio do Planalto e as manifestações de ontem ajudam a mostrar que o impeachment ainda pode ser evitado e que uma parcela significativa da sociedade civil reprovaria um eventual governo Temer; "São fatores que funcionariam, na visão do governo, como uma forma de pressão externa sobre os deputados", diz 
Segundo o colunista Kennedy Alencar, na avaliação da presidente Dilma Rousseff, o encontro com artistas e intelectuais no Palácio do Planalto e as manifestações de ontem ajudam a mostrar que o impeachment ainda pode ser evitado e que uma parcela significativa da sociedade civil reprovaria um eventual governo Temer; "São fatores que funcionariam, na visão do governo, como uma forma de pressão externa sobre os deputados", diz  (Foto: Roberta Namour)


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247 - De acordo com o colunista Kennedy Alencar, na avaliação da presidente Dilma Rousseff, o encontro com artistas e intelectuais no Palácio do Planalto e as manifestações de hoje ajudam a mostrar que o impeachment ainda pode ser evitado e que uma parcela significativa da sociedade civil reprovaria um eventual governo Temer.

"São fatores que funcionariam, na visão do governo, como uma forma de pressão externa sobre os deputados. É importante para a presidente Dilma demonstrar força no momento em que tenta evitar a debandada de aliados, negociando cargos e verbas que estavam em poder do PMDB", diz.

Já a oposição, afirma, considera que as manifestações contra o impeachment não têm o mesmo peso dos atos que defendem a saída da presidente do poder. Dirigentes do PSDB e do DEM apostam que haverá protestos maiores contra Dilma nos dias em que a comissão da Câmara votar o parecer sobre o impeachment e na data em que o plenário da Casa apreciar o pedido de afastamento da presidente (leia aqui).

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