Kennedy: Dilma não pode errar em reforma
Jornalista Kennedy Alencar lembra que a presidente Dilma Rousseff fez um anúncio há quase um mês de que realizaria a reforma até o fim de setembro e que reduziria o número de ministérios; "Hoje é segunda-feira. Como realizar até depois de amanhã uma reforma que ajude o governo a superar a crise? A presidente não pode errar de novo. Se errar, vai dar força aos que defendem a sua saída do poder", afirma; "Dilma precisa retomar o controle de uma base de sustentação mínima no Congresso, sobretudo na Câmara. Precisa acalmar o país. Precisa mostrar capacidade de liderança", completa Kennedy
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247 - O jornalista Kennedy Alencar afirmou nesta segunda-feira, 21, que a presidente Dilma Rousseff "caiu na armadilha de realizar a reforma ministerial na hora errada".
"Reformas ministeriais normais demandam articulações longas, ainda mais uma reestruturação que prevê redução do número de pastas", disse Kennedy, lembrando que Dilma fez um anúncio há quase um mês de que realizaria a reforma até o fim de setembro e que reduziria o número de ministérios.
"Hoje é segunda-feira. Como realizar até depois de amanhã uma reforma que ajude o governo a superar a crise? Difícil. A presidente não pode errar de novo. Se errar, vai dar força aos que defendem a sua saída do poder. Dilma precisa retomar o controle de uma base de sustentação mínima no Congresso, sobretudo na Câmara. Precisa acalmar o país. Precisa mostrar capacidade de liderança", afirma Kennedy.
Segundo ele, o principal problema para aprovar o pacote econômico no Congresso é falta de liderança para convencer o PT e os partidos da base de apoio. A crise econômica somente será superada com respaldo político a uma série de medidas. A presidente deveria usar a reforma ministerial para obter mais apoios, não para criar mais resistências.
Leia na íntegra o comentário de Kennedy Alencar.
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