Kennedy: Dilma e Temer disputam ‘centrão indeciso’

Um grupo expressivo de deputados que ainda não decidiu se apoiará ou não o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff está sendo disputado pelo governo e pela oposição; segundo o colunista Kennedy Alencar, a contabilidade dos votos sobre o processo de impeachment na Câmara depende fundamentalmente dos votos deste grupo de deputados; "Lula tem feito a diferença e conseguido estancar a perda de apoio", afirma

Um grupo expressivo de deputados que ainda não decidiu se apoiará ou não o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff está sendo disputado pelo governo e pela oposição; segundo o colunista Kennedy Alencar, a contabilidade dos votos sobre o processo de impeachment na Câmara depende fundamentalmente dos votos deste grupo de deputados; "Lula tem feito a diferença e conseguido estancar a perda de apoio", afirma
Um grupo expressivo de deputados que ainda não decidiu se apoiará ou não o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff está sendo disputado pelo governo e pela oposição; segundo o colunista Kennedy Alencar, a contabilidade dos votos sobre o processo de impeachment na Câmara depende fundamentalmente dos votos deste grupo de deputados; "Lula tem feito a diferença e conseguido estancar a perda de apoio", afirma (Foto: Aquiles Lins)


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247 - Um grupo expressivo de deputados que ainda não decidiu se apoiará ou não o processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff está sendo disputado pelo governo e pela oposição.

Segundo o colunista Kennedy Alencar, a contabilidade dos votos sobre o processo de impeachment na Câmara depende fundamentalmente dos votos deste grupo de deputados. "A situação é mais ou menos a seguinte: o Palácio do Planalto não teria os votos necessários a fim de impedir a aprovação no plenário da Câmara, mas tampouco a oposição possuiria o apoio necessário para viabilizar o impedimento", afirma. 

Para Kennedy, o ex-presidente Lula tem feito a diferença e conseguido estancar a perda de apoio. "As próximas duas semanas serão decisivas para Dilma barrar o impeachment ou para que seja viabilizado um governo Temer", afirma. "É fato que a entrada de Lula em campo melhorou a situação de Dilma, mas há pedras no meio do caminho: os desdobramentos da Lava Jato e o agravamento da crise econômica", acrescenta. 

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Leia na íntegra o comentário de Kennedy Alencar.

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