Kennedy: Dilma deve ter cautela ao emitir sinais econômicos

Segundo o colunista Kennedy Alencar, a crise do Rio de Janeiro que afetou a rede de saúde pública é um retrato da penúria financeira do Estado brasileiro como um todo; "Se a presidente transmitir os sinais econômicos errados, vai piorar expectativas que já são bastante negativas. Situações com a do Rio de Janeiro poderão ser vistas em outros Estados e municípios. E isso poderá gerar ambiente político contrário ao governo quando a guerra do impeachment voltar a esquentar lá para fevereiro, março", conclui 

Segundo o colunista Kennedy Alencar, a crise do Rio de Janeiro que afetou a rede de saúde pública é um retrato da penúria financeira do Estado brasileiro como um todo; "Se a presidente transmitir os sinais econômicos errados, vai piorar expectativas que já são bastante negativas. Situações com a do Rio de Janeiro poderão ser vistas em outros Estados e municípios. E isso poderá gerar ambiente político contrário ao governo quando a guerra do impeachment voltar a esquentar lá para fevereiro, março", conclui 
Segundo o colunista Kennedy Alencar, a crise do Rio de Janeiro que afetou a rede de saúde pública é um retrato da penúria financeira do Estado brasileiro como um todo; "Se a presidente transmitir os sinais econômicos errados, vai piorar expectativas que já são bastante negativas. Situações com a do Rio de Janeiro poderão ser vistas em outros Estados e municípios. E isso poderá gerar ambiente político contrário ao governo quando a guerra do impeachment voltar a esquentar lá para fevereiro, março", conclui  (Foto: Roberta Namour)


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247 – O colunista Kennedy Alencar alerta que a presidente Dilma Rousseff deve ter cautela ao emitir sinais econômicos diante da crise. “A crise do Rio de Janeiro que afetou a rede de saúde pública é um retrato da penúria financeira do Estado brasileiro como um todo. A União, Estados e municípios têm dinheiro insuficiente para honrar os compromissos que assumiram nos últimos anos”, diz.

Ele ressalta que a responsabilidade pelo mau momento é de todas as autoridades públicas envolvidas, mas a política econômica aplicada pela presidente Dilma Rousseff piorou uma situação que já seria difícil num quadro de crescimento econômico.

Na próxima segunda-feira, a presidente pretende fazer uma reunião com a equipe econômica para definir as diretrizes das medidas que vai apresentar ao Congresso e aos agentes econômicos no ano que vem. “No entanto, a imagem de Dilma no comando da economia pegará mal perante o mercado financeiro e os empresários, porque ela já deu provas de que errou nessa área. O governo precisa tomar cuidado com os sinais econômicos que pretende emitir em relação a 2016”, afirma.

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“Se a presidente transmitir os sinais econômicos errados, vai piorar expectativas que já são bastante negativas. Situações com a do Rio de Janeiro poderão ser vistas em outros Estados e municípios. E isso poderá gerar ambiente político contrário ao governo quando a guerra do impeachment voltar a esquentar lá para fevereiro, março”, conclui (leia mais).

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