Kennedy: defesa de Geddel é muito frágil

Jornalista Kennedy Alencar disse nesta segunda-feira, 21, que o presidente Michel Temer vai monitorar o desgaste ao governo com a permanência do ministro Geddel Vieira Lima; "É frágil e comprometedor o argumento de que, por ter comprado um apartamento no empreendimento, tinha legitimidade para procurar o então ministro da Cultura. Essa condição o impedia de fazer isso. É uma confusão entre público e privado", diz Kennedy; "É uma atitude que pode ser enquadrada como tráfico de influência, advocacia administrativa ou abuso de poder"

Jornalista Kennedy Alencar disse nesta segunda-feira, 21, que o presidente Michel Temer vai monitorar o desgaste ao governo com a permanência do ministro Geddel Vieira Lima; "É frágil e comprometedor o argumento de que, por ter comprado um apartamento no empreendimento, tinha legitimidade para procurar o então ministro da Cultura. Essa condição o impedia de fazer isso. É uma confusão entre público e privado", diz Kennedy; "É uma atitude que pode ser enquadrada como tráfico de influência, advocacia administrativa ou abuso de poder"
Jornalista Kennedy Alencar disse nesta segunda-feira, 21, que o presidente Michel Temer vai monitorar o desgaste ao governo com a permanência do ministro Geddel Vieira Lima; "É frágil e comprometedor o argumento de que, por ter comprado um apartamento no empreendimento, tinha legitimidade para procurar o então ministro da Cultura. Essa condição o impedia de fazer isso. É uma confusão entre público e privado", diz Kennedy; "É uma atitude que pode ser enquadrada como tráfico de influência, advocacia administrativa ou abuso de poder" (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O jornalista Kennedy Alencar disse nesta segunda-feira, 21, que o presidente Michel Temer vai monitorar o desgaste ao governo com a permanência do ministro Geddel Vieira Lima. 

"É frágil e comprometedor o argumento de que, por ter comprado um apartamento no empreendimento, tinha legitimidade para procurar o então ministro da Cultura. Essa condição o impedia de fazer isso. É uma confusão entre público e privado. É uma atitude que pode ser enquadrada como tráfico de influência, advocacia administrativa ou abuso de poder", afirma Kennedy. 

Para ele, a gravidade das acusações é enorme e justificaria demissão ou um pedido de demissão. "Ainda que seja verdadeira versão de Geddel, de que não fez pressão, mas apenas uma ponderação, o ministro estava impedido de tratar desse assunto devido ao cargo que ocupa", afirmou.

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"A permanência de Geddel enfraquece o governo, porque Temer se desgastará para segurá-lo no cargo e o ministro perderá poder para cuidar da articulação política", disse Kennedy. 

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