Kennedy: Cunha se enfraquece na presidência da Câmara
Segundo colunista Kennedy Alencar, delação de Júlio Camargo coloca peemedebista no alvo dos investigadores; ‘Numa hora como essa, há pouca solidariedade na política. Cunha fez muitos inimigos no Ministério Público, no governo e no próprio partido. Um peemedebista diz que, agora, o presidente da Câmara ficou “radioativo” e terá de gastar força para se defender de um provável processo no Supremo Tribunal Federal. A depender do desgaste, isso poderia custar a Cunha até mesmo o cargo de presidente da Casa’, diz
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247 – Na avaliação de dirigentes do PMDB, o depoimento de Júlio Camargo, delator da Operação Lava Jato, enfraquece politicamente o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). É o que afirma o colunista Kennedy Alencar.
Segundo Camargo, Cunha lhe pediu pessoalmente uma propina de US$ 5 milhões em um contrato da Petrobras. O consultor revelou ter medo de represálias contra sua família. E Youssef disse que recebeu ameaças contra seus parentes por meio de requerimentos à CPI da Petrobras feitos por um deputado aliado de Cunha.
‘O presidente da Câmara diz que os delatores mentem. Mas, numa hora como essa, há pouca solidariedade na política. Cunha fez muitos inimigos no Ministério Público, no governo e no próprio partido’, diz.
Afirma ainda que um peemedebista diz que, agora, o presidente da Câmara ficou “radioativo” e terá de gastar força para se defender de um provável processo no Supremo Tribunal Federal. “A depender do desgaste, isso poderia custar a Cunha até mesmo o cargo de presidente da Casa”, conclui (leia mais).
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