Kennedy: Cunha quer esticar calvário de Dilma na Câmara

Segundo o colunista Kennedy Alencar, enquanto não votar o pedido de abertura de impeachment, esse assunto tende a atrasar a discussão de outros projetos importantes na Câmara; "Se a economia continuar piorando, o peemedebista acredita que a presidente poderá ser afastada do cargo", diz; ele lembra que o ministro Roberto Barroso decidiu que o STF deve ouvir as manifestações do PC do B, da Presidência da República e do Senado a respeito dos argumentos da Câmara no recurso apresentado por Cunha; “Em resumo, o recurso vai ganhando o tempo que Cunha acha conveniente para complicar a vida de Dilma”

Segundo o colunista Kennedy Alencar, enquanto não votar o pedido de abertura de impeachment, esse assunto tende a atrasar a discussão de outros projetos importantes na Câmara; "Se a economia continuar piorando, o peemedebista acredita que a presidente poderá ser afastada do cargo", diz; ele lembra que o ministro Roberto Barroso decidiu que o STF deve ouvir as manifestações do PC do B, da Presidência da República e do Senado a respeito dos argumentos da Câmara no recurso apresentado por Cunha; “Em resumo, o recurso vai ganhando o tempo que Cunha acha conveniente para complicar a vida de Dilma”
Segundo o colunista Kennedy Alencar, enquanto não votar o pedido de abertura de impeachment, esse assunto tende a atrasar a discussão de outros projetos importantes na Câmara; "Se a economia continuar piorando, o peemedebista acredita que a presidente poderá ser afastada do cargo", diz; ele lembra que o ministro Roberto Barroso decidiu que o STF deve ouvir as manifestações do PC do B, da Presidência da República e do Senado a respeito dos argumentos da Câmara no recurso apresentado por Cunha; “Em resumo, o recurso vai ganhando o tempo que Cunha acha conveniente para complicar a vida de Dilma” (Foto: Roberta Namour)


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247 - O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), manteve a estratégia de esticar o calvário do governo Dilma no Congresso, segundo o colunista Kennedy Alencar. “É nesse contexto que deve ser entendida a afirmação de Cunha de que só instalará a comissão especial que analisará o impeachment da presidente depois de o STF (Supremo Tribunal Federal) apreciar um recurso da Câmara sobre o tema”, diz.

Segundo ele, enquanto não votar o pedido de abertura de impeachment, esse assunto tende a atrasar a discussão de outros projetos importantes na Câmara. Se a economia continuar piorando, o peemedebista acredita que a presidente poderá ser afastada do cargo.

Ele lembra que o ministro Roberto Barroso decidiu que o STF deve ouvir as manifestações do PC do B, da Presidência da República e do Senado a respeito dos argumentos da Câmara no recurso apresentado por Cunha. “Em resumo, o recurso vai ganhando o tempo que Cunha acha conveniente para complicar a vida de Dilma”, conclui (leia mais).

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