Kennedy: combate à corrupção não é uma luta de boxe com batalha final

Jornalista Kennedy Alencar criticou nesta terça-feira, 28, o manifesto dos procuradores da operação Lava Jato; "A sugestão de como o eleitor deve votar e a declaração de Dallagnol de que a Lava Jato enfrentará a batalha final em 2018 são atitudes imaturas e autoritárias", critica Kennedy; para ele, o combate à corrupção não é uma luta de boxe com batalha final; "Apesar da importância da Lava Jato, esse trabalho não começou ontem nem vai terminar em 2018. Uma atuação mais técnica e menos política faria bem à Lava Jato e ao Ministério Público"

Jornalista Kennedy Alencar criticou nesta terça-feira, 28, o manifesto dos procuradores da operação Lava Jato; "A sugestão de como o eleitor deve votar e a declaração de Dallagnol de que a Lava Jato enfrentará a batalha final em 2018 são atitudes imaturas e autoritárias", critica Kennedy; para ele, o combate à corrupção não é uma luta de boxe com batalha final; "Apesar da importância da Lava Jato, esse trabalho não começou ontem nem vai terminar em 2018. Uma atuação mais técnica e menos política faria bem à Lava Jato e ao Ministério Público"
Jornalista Kennedy Alencar criticou nesta terça-feira, 28, o manifesto dos procuradores da operação Lava Jato; "A sugestão de como o eleitor deve votar e a declaração de Dallagnol de que a Lava Jato enfrentará a batalha final em 2018 são atitudes imaturas e autoritárias", critica Kennedy; para ele, o combate à corrupção não é uma luta de boxe com batalha final; "Apesar da importância da Lava Jato, esse trabalho não começou ontem nem vai terminar em 2018. Uma atuação mais técnica e menos política faria bem à Lava Jato e ao Ministério Público" (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O jornalista Kennedy Alencar criticou nesta terça-feira, 28, o manifesto dos procuradores da operação Lava Jato lançado no Rio de Janeiro nessa segunda-feira, 27, em que eles pedem que o eleitor vote em 2018 em candidatos que não sofram acusações de corrupção. 

Em entrevista, o procurador da República Deltan Dallagnol disse que a Lava Jato travará sua “batalha final” em 2018, ano eleitoral. "A sugestão de como o eleitor deve votar e a declaração de Dallagnol de que a Lava Jato enfrentará a batalha final em 2018 são atitudes imaturas e autoritárias. Cabe ao Ministério Público identificar condutas criminosas, investigar e acusar", diz Kennedy. 

Para ele, o combate à corrupção não é uma luta de boxe com batalha final. "Apesar da importância da Lava Jato, esse trabalho não começou ontem nem vai terminar em 2018. Uma atuação mais técnica e menos política faria bem à Lava Jato e ao Ministério Público. Para o bem da investigação e da instituição, menos guerra interna também seria recomendável", afirma. 

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"Sugestão de como o eleitor deve votar não é papel de procurador da República. Alguns integrantes do Ministério Público fazem política abertamente e depois se incomodam de serem tachados de parciais. Tratar um ano eleitoral como uma batalha final da Lava Jato chega a ser infantil. É preocupante o grau de imaturidade e messianismo de procuradores que possuem tanto poder", acrescenta. 

Kennedy Alencar diz também que o manifesto é uma clara contestação à liderança da procuradora-geral da República, Raquel Dodge. "Há um contraponto à procuradora-geral, com o anúncio de uma coordenação da Lava Jato abertamente paralela à de Brasília.

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Leia o texto na íntegra no Blog do Kennedy

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