Kennedy: Com reajuste, Meirelles sofre 1ª derrota
Jornalista afirma que, com a aprovação de um reajuste de servidores que resultará em um gasto de R$ 58 bilhões para o governo, "prevaleceu o desejo político do presidente interino, Michel Temer, de tentar se fortalecer com as corporações" e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sofre sua primeira derrota; "Temer assumiu o poder prometendo recolocar a economia nos trilhos, mas cedeu a acordos que vinham sendo represados pela presidente afastada", diz Kennedy Alencar
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247 – A aprovação de um reajuste salarial para várias categorias do funcionalismo, que ampliará os gastos públicos em R$ 58 bilhões, o novo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sofre sua primeira derrota, avalia o jornalista Kennedy Alencar.
"Prevaleceu o desejo político do presidente interino, Michel Temer, de tentar se fortalecer com as corporações", afirma Kennedy. "Temer assumiu o poder prometendo recolocar a economia nos trilhos, mas cedeu a acordos que vinham sendo represados pela presidente afastada", acrescenta.
"Enquanto o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, defende uma reforma da Previdência que endurecerá as regras para aposentadoria, a classe política como um todo prioriza pleitos corporativos", compara ainda o jornalista.
"São legítimas as reivindicações salariais de todas as categorias. Fazem parte da democracia. Os pleitos devem ser respeitados, mas é preciso realismo fiscal. Os funcionários públicos já têm um rendimento superior à média dos trabalhadores da iniciativa privada", defende.
Leia aqui a íntegra.
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