Kennedy: ato no Rio mostrou que não será fácil empurrar eleições indiretas

jornalista Kennedy Alencar classificou nesta segunda-feira, 29, como "significativo" o ato no Rio de Janeiro a favor de eleição direta para presidente, nesse domingo, 28, que reuniu 100 mil pessoas; "A manifestação de ontem mostra que não será fácil adotar eleição indireta no Congresso, porque parte da sociedade resistirá e defenderá modificação constitucional para permitir pleito direto", afirmou; segundo o jornalista, é um erro subestimar o potencial de um movimento por eleição direta

jornalista Kennedy Alencar classificou nesta segunda-feira, 29, como "significativo" o ato no Rio de Janeiro a favor de eleição direta para presidente, nesse domingo, 28, que reuniu 100 mil pessoas; "A manifestação de ontem mostra que não será fácil adotar eleição indireta no Congresso, porque parte da sociedade resistirá e defenderá modificação constitucional para permitir pleito direto", afirmou; segundo o jornalista, é um erro subestimar o potencial de um movimento por eleição direta
jornalista Kennedy Alencar classificou nesta segunda-feira, 29, como "significativo" o ato no Rio de Janeiro a favor de eleição direta para presidente, nesse domingo, 28, que reuniu 100 mil pessoas; "A manifestação de ontem mostra que não será fácil adotar eleição indireta no Congresso, porque parte da sociedade resistirá e defenderá modificação constitucional para permitir pleito direto", afirmou; segundo o jornalista, é um erro subestimar o potencial de um movimento por eleição direta (Foto: Aquiles Lins)


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247 - O jornalista Kennedy Alencar classificou nesta segunda-feira, 29, como "significativo" o ato no Rio de Janeiro a favor de eleição direta para presidente, nesse domingo, 28, que reuniu 100 mil pessoas. 

"A manifestação de ontem mostra que não será fácil adotar eleição indireta no Congresso, porque parte da sociedade resistirá e defenderá modificação constitucional para permitir pleito direto. No Congresso, já há divergência entre Câmara e Senado. Senadores não querem participar do eventual colégio eleitoral com o mesmo peso que um deputado. Já falam numa votação bicameral, com o Senado tendo de referendar eventual escolha da Câmara. É uma saída que daria margem a briga num Congresso desgastado e onde muitos são investigados por corrupção.

Não há candidato de consenso para eleição indireta. O presidente Michel Temer dá sinais de que lutará bastante, seja no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal, seja na esfera política, buscando manter o apoio da base e enfrentando o movimento de desembarque do PSDB", afirmou Kennedy. 

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Segundo o jornalista, é um erro subestimar o potencial de um movimento por eleição direta. "O ato de ontem no Rio teve peso. Já há setores do Congresso defendendo que seja aprovada uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) no âmbito de uma reforma política na qual seja eleito um presidente para cumprir um mandato de cinco anos e não apenas para governar até o fim de 2018, caso Temer deixe o poder.

Na comissão de reforma política, há proposta para acabar com a reeleição e recriar o mandato presidencial de cinco anos. Alguns deputados veem uma oportunidade para isso diante da gravidade da atual crise", afirmou. 

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Leia na íntegra o texto de Kennedy Alencar. 

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