Josias: FHC não notou, mas PSDB já virou coadjuvante

"O PSDB ensaia esse rompimento com Temer desde que explodiu a delação do Grupo JBS. O desembarque viria depois das explicações de Temer. (...) De postergação em postergação, chegou-se à desmoralização", escreve o jornalista; "Para retornar ao centro do palco, precisa recuperar o discurso, o rumo e o senso do ridículo", afirma ainda, sobre o PSDB

"O PSDB ensaia esse rompimento com Temer desde que explodiu a delação do Grupo JBS. O desembarque viria depois das explicações de Temer. (...) De postergação em postergação, chegou-se à desmoralização", escreve o jornalista; "Para retornar ao centro do palco, precisa recuperar o discurso, o rumo e o senso do ridículo", afirma ainda, sobre o PSDB
"O PSDB ensaia esse rompimento com Temer desde que explodiu a delação do Grupo JBS. O desembarque viria depois das explicações de Temer. (...) De postergação em postergação, chegou-se à desmoralização", escreve o jornalista; "Para retornar ao centro do palco, precisa recuperar o discurso, o rumo e o senso do ridículo", afirma ainda, sobre o PSDB (Foto: Gisele Federicce)


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247 - O jornalista Josias de Souza comenta em seu blog no UOL o artigo publicado pelo ex-presidente FHC em que ele defende - mas para o fim do ano - o rompimento do PSDB com o governo Michel Temer.

"O PSDB ensaia esse rompimento com Temer desde que explodiu a delação do Grupo JBS. O desembarque viria depois das explicações de Temer. Foi adiado para depois da decisão do STF sobre a integridade do áudio com a voz do presidente. Foi protelado para depois da decisão do TSE sobre o pedido de cassação da chapa Dilma-Temer. De postergação em postergação, chegou-se à desmoralização", destaca o colunista.

"É como se o tucanato imitasse um sujeito brigão que diz que vai quebrar a cara do outro, mas demora tanto tempo para levantar da cadeira que compromete a seriedade da cena", compara. "FHC ainda não se deu conta. Mas seu partido já virou coadjuvante em 2018. Para retornar ao centro do palco, precisa recuperar o discurso, o rumo e o senso do ridículo", finaliza o colunista.

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