Josias a Segovia: qual a diferença das malas de Geddel e Rocha Loures?

Novo diretor-geral da PF, Fernando Segovia disse há uma semana que uma única mala com propina de R$ 500 mil não é prova de corrupção; de acordo com o sistema métrico desenvolvido pelo delegado Segovia, "Geddel deveria desfrutar da mesma presunção de inocência atribuída a Rocha Loures, pois a soma das malas não altera a má origem do produto", cobra Josias de Souza; "O doutor prestaria um inestimável serviço à coletividade se respondesse à seguinte indagação: além da cifra, o que diferencia as malas de Geddel das de Loures?", questiona

Novo diretor-geral da PF, Fernando Segovia disse há uma semana que uma única mala com propina de R$ 500 mil não é prova de corrupção; de acordo com o sistema métrico desenvolvido pelo delegado Segovia, "Geddel deveria desfrutar da mesma presunção de inocência atribuída a Rocha Loures, pois a soma das malas não altera a má origem do produto", cobra Josias de Souza; "O doutor prestaria um inestimável serviço à coletividade se respondesse à seguinte indagação: além da cifra, o que diferencia as malas de Geddel das de Loures?", questiona
Novo diretor-geral da PF, Fernando Segovia disse há uma semana que uma única mala com propina de R$ 500 mil não é prova de corrupção; de acordo com o sistema métrico desenvolvido pelo delegado Segovia, "Geddel deveria desfrutar da mesma presunção de inocência atribuída a Rocha Loures, pois a soma das malas não altera a má origem do produto", cobra Josias de Souza; "O doutor prestaria um inestimável serviço à coletividade se respondesse à seguinte indagação: além da cifra, o que diferencia as malas de Geddel das de Loures?", questiona (Foto: Gisele Federicce)


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247 - O jornalista Josias de Souza, do UOL, cobra do novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, uma explicação sobre a diferença entre as malas de Rocha Loures (PMDB-PR), que levava R$ 500 mil e foi associada a Michel Temer, e as de Geddel Vieira Lima.

Isso porque há oito dias o delegado disse que uma única mala com propina de R$ 500 mil não é prova de corrupção. De acordo com o sistema métrico desenvolvido pelo delegado Segovia, "Geddel deveria desfrutar da mesma presunção de inocência atribuída a Rocha Loures, pois a soma das malas não altera a má origem do produto", cobra Josias.

"Fernando Segovia deveria socorrer a plateia, que ainda não conseguiu dimensionar o tamanho da sua ignorância. O doutor prestaria um inestimável serviço à coletividade se respondesse à seguinte indagação: além da cifra, o que diferencia as malas de Geddel das de Loures?", questiona ainda o jornalista.

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