Jornalista Geneton Moraes Neto morre aos 60 anos

Escritor, documentarista, blogueiro do G1 e apresentador da GloboNews, Geneton Moraes Neto morreu na tarde desta segunda-feira, 22, no Rio de Janeiro; aos 60 anos, o jornalista que trabalha desde os anos 1980 na Globo estava internado desde maio, após sofrer aneurisma na aorta

Escritor, documentarista, blogueiro do G1 e apresentador da GloboNews, Geneton Moraes Neto morreu na tarde desta segunda-feira, 22, no Rio de Janeiro; aos 60 anos, o jornalista que trabalha desde os anos 1980 na Globo estava internado desde maio, após sofrer aneurisma na aorta
Escritor, documentarista, blogueiro do G1 e apresentador da GloboNews, Geneton Moraes Neto morreu na tarde desta segunda-feira, 22, no Rio de Janeiro; aos 60 anos, o jornalista que trabalha desde os anos 1980 na Globo estava internado desde maio, após sofrer aneurisma na aorta (Foto: Gisele Federicce)


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Comunique-se - Escritor, documentarista, blogueiro do G1 e apresentador da GloboNews, Geneton Moraes Neto morreu na tarde desta segunda-feira, 22, no Rio de Janeiro. Aos 60 anos, o jornalista estava internado desde maio na Clínica São Vicente, no bairro carioca da Gávea, após sofrer aneurisma na aorta. Nos meses em que o comunicador esteve sob cuidados médicos, amigos e colegas da imprensa chegaram a usar as redes sociais para pedir doação de sangue.

Ao noticiar a morte do jornalista, a reportagem do G1 enfatiza que Geneton tinha mais de 40 anos dedicados à comunicação social. Ele trabalha desde a década de 1980 no Grupo Globo no Rio de Janeiro, onde foi editor do local ‘RJTV’, editor do ‘Jornal Nacional’, repórter e editor-chefe do ‘Fantástico’ e editor-chefe e editor-executivo do ‘Jornal da Globo’. Nos últimos anos se dedicou a gravação reportagens exibidas pela GloboNews.

Pernambucano do Recife, o jornalista iniciou a carreira em seu estado natal, sendo repórter do Diário de Pernambuco. Ainda no Nordeste, passou pela sucursal do Estadão e pela emissora local da TV Globo, de onde saiu para atuar no Rio de Janeiro. Além das experiências no impresso e na televisão, Geneton se dedicou ao trabalho de escritor. Entre os mais de 10 livros publicados por ele estão Dossiê 50: Os Onze Jogadores Revelam os Segredos da maior Tragédia do Futebol Brasileiro e Dossiê História: um repórter encontra personagens e testemunhas de grandes tragédias da História mundial.

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Entusiasta do que chamava de “jornalismo autoral”, Geneton estava cada vez mais dedicado à produção de documentários. Em conversa com a reportagem do Portal Comunique-se em outubro de 2015, ele destacou seu trabalho como documentarista. No modelo, ele dirigiu “Cordilheiras no Mar: A fúria do Fogo Bárbaro” (que conta a história do cineasta Glauber Rocha) e “Boa Noite, Solidão” (em que apresenta histórias de moradores de Solidão, cidade do sertão pernambucano).

Geneton deixa a mulher, duas filhas e netos. No Twitter, colegas de promissão lamentaram a morte do jornalista e reforçaram o talento dele.

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