‘Jornalismo comete erro histórico ao classificar atos como pró-Dilma’

Jornalista Mário Magalhães, do UOL, afirma que, "ao se referir aos manifestantes como pró-Dilma certo jornalismo comete erro factual e engano histórico. Porque a multidão é anti-Temer, o que não quer dizer necessariamente pró-Dilma"; ele também questiona se "a cobertura jornalística dos atos públicos contra Temer teria sido mais ampla se os manifestantes tivessem ido às ruas reivindicar a cassação do direito de Dilma Rousseff exercer função pública"

Jornalista Mário Magalhães, do UOL, afirma que, "ao se referir aos manifestantes como pró-Dilma certo jornalismo comete erro factual e engano histórico. Porque a multidão é anti-Temer, o que não quer dizer necessariamente pró-Dilma"; ele também questiona se "a cobertura jornalística dos atos públicos contra Temer teria sido mais ampla se os manifestantes tivessem ido às ruas reivindicar a cassação do direito de Dilma Rousseff exercer função pública"
Jornalista Mário Magalhães, do UOL, afirma que, "ao se referir aos manifestantes como pró-Dilma certo jornalismo comete erro factual e engano histórico. Porque a multidão é anti-Temer, o que não quer dizer necessariamente pró-Dilma"; ele também questiona se "a cobertura jornalística dos atos públicos contra Temer teria sido mais ampla se os manifestantes tivessem ido às ruas reivindicar a cassação do direito de Dilma Rousseff exercer função pública" (Foto: Gisele Federicce)


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247 – "Certo jornalismo" comete "erro factual e engano histórico" ao noticiar manifestações contra Michel Temer como sendo "pró-Dilma", critica o jornalista Mário Magalhães, do UOL. "Porque a multidão é anti-Temer, o que não quer dizer necessariamente pró-Dilma. Entre os anti-Temer há os que votaram na presidente deposta, apoiam-na e simpatizam com ela. E tem quem não votou nem votaria em Dilma, nem aprovou sua administração. O 'fora, Temer' é denominador comum", explica.

Magalhães também coloca questionamentos importantes: "a cobertura jornalística dos atos públicos de ontem contra Michel Temer teria sido mais ampla se os manifestantes tivessem ido às ruas reivindicar a cassação do direito de Dilma Rousseff exercer função pública? Haveria mais flashes durante a programação televisiva? E cobertura on line mais intensa? Nos dias anteriores seria mais difundida a informação de que haveria protestos? A truculência desproporcional e despropositada da Polícia Militar de São Paulo seria tratada com menos condescendência, ou mesmo criticada como tentativa de sufocar a expressão democrática de ideias? Será que a PM agiria assim em marcha anti-Dilma?".

"Isso tudo não significa que muitos entre os manifestantes contra Temer não sejam partidários de Dilma. São. Mas exigir respeito ao voto popular de 2014 ou diretas já não exige endosso às ações do governo golpeado", completa ele.

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