João Santana: denúncia de Veja é “uma furada”

Marqueteiro do PT e sócio-diretor da Polis Propaganda e Marketing, João Santana responde reportagem que o aponta como o próximo alvo da Operação Lava Jato em razão de supostos pagamentos feitos no exterior pelo lobista Zvi Skornicki, que defendia os interesses do estaleiro Kepper Fels junto à Petrobras; "É perda de tempo procurar caixa 2 na Polis, simplesmente porque o grupo recolhe todos os impostos devidos", diz em nota; "Ainda que tenhamos que enfrentar constrangimentos passageiros que nos possam causar a má fé ou equívocos de terceiros, temos a segurança de que restará provado que jamais nos envolvemos em nenhum tipo de ação ilegal", sustenta ainda o publicitário

Marqueteiro do PT e sócio-diretor da Polis Propaganda e Marketing, João Santana responde reportagem que o aponta como o próximo alvo da Operação Lava Jato em razão de supostos pagamentos feitos no exterior pelo lobista Zvi Skornicki, que defendia os interesses do estaleiro Kepper Fels junto à Petrobras; "É perda de tempo procurar caixa 2 na Polis, simplesmente porque o grupo recolhe todos os impostos devidos", diz em nota; "Ainda que tenhamos que enfrentar constrangimentos passageiros que nos possam causar a má fé ou equívocos de terceiros, temos a segurança de que restará provado que jamais nos envolvemos em nenhum tipo de ação ilegal", sustenta ainda o publicitário
Marqueteiro do PT e sócio-diretor da Polis Propaganda e Marketing, João Santana responde reportagem que o aponta como o próximo alvo da Operação Lava Jato em razão de supostos pagamentos feitos no exterior pelo lobista Zvi Skornicki, que defendia os interesses do estaleiro Kepper Fels junto à Petrobras; "É perda de tempo procurar caixa 2 na Polis, simplesmente porque o grupo recolhe todos os impostos devidos", diz em nota; "Ainda que tenhamos que enfrentar constrangimentos passageiros que nos possam causar a má fé ou equívocos de terceiros, temos a segurança de que restará provado que jamais nos envolvemos em nenhum tipo de ação ilegal", sustenta ainda o publicitário (Foto: Gisele Federicce)


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247 - O marqueteiro do PT João Santana, sócio-diretor da Polis Propaganda e Marketing e responsável pelas duas campanhas vitoriosas da presidente Dilma Rousseff, respondeu neste sábado 16 reportagem publicada pela revista Veja desta semana que o aponta como investigado na Operação Lava Jato.

O motivo da investigação seriam supostos pagamentos feitos no exterior pelo lobista Zvi Skornicki, que defendia os interesses do estaleiro Kepper Fels junto à Petrobras. Segundo a reportagem, foi encontrada na casa do lobista uma carta escrita por Mônica Moura, esposa de João Santana e sua sócia na Pólis, com a indicação de contas no exterior.

Em nota, o publicitário esclarece que "valores recebidos de campanhas brasileiras sempre foram pagos no Brasil, e valores recebidos por campanhas no exterior foram pagos no exterior". Ele classifica a reportagem da Veja como "uma furada", por ser "falsa".

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"É perda de tempo procurar caixa 2 na Polis, simplesmente porque o grupo recolhe todos os impostos devidos", diz outro trecho da nota. "Ainda que tenhamos que enfrentar constrangimentos passageiros que nos possam causar a má fé ou equívocos de terceiros, temos a segurança de que restará provado que jamais nos envolvemos em nenhum tipo de ação ilegal", sustenta ainda o publicitário.

Leia a íntegra:

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

1. Quando verdadeira, a notícia lastreada em supostos conteúdos de investigação é um furo jornalístico. Quando falsa, uma furada. A reportagem de Veja desta semana, envolvendo meu nome e o Grupo Polis, é uma furada.

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2. É perda de tempo procurar caixa 2 na Polis, simplesmente porque o grupo recolhe todos os impostos devidos. Por receber os recursos oficialmente, parte dos quais se transforma em tributos, a Polis não oferece descontos. No mercado, tem fama de ser "careira". Na área de marketing político é a empresa que mais paga impostos no Brasil.

3. Pela lei brasileira, os pagamentos aos fornecedores de uma campanha política devem vir da conta oficial do partido, aberta especificamente para aquele fim. A Polis conhece e segue essa regra. Todas nossas contas foram aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral e os diversos tribunais regionais onde a Polis fez campanhas.

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4. O Grupo Polis possui agências autônomas no Brasil, e em outros países. As empresas funcionam de forma independente, operacional e financeiramente. Não há trânsito de recursos entre elas. Valores recebidos de campanhas brasileiras sempre foram pagos no Brasil, e valores recebidos por campanhas no exterior foram pagos no exterior, seguindo as regras e a legislação de cada país.

5. Ainda que tenhamos que enfrentar constrangimentos passageiros que nos possam causar a má fé ou equívocos de terceiros, temos a segurança de que restará provado que jamais nos envolvemos em nenhum tipo de ação ilegal.

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Grupo Polis

São Paulo, 16 de janeiro de 2016

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