Janio vê 'desespero raivoso' de Cunha

"Eduardo Cunha não imaginaria, a sério, que o governo dirija o procurador-geral da República, nem Rodrigo Janot obrigou delator algum a difamar Eduardo Cunha. Nem o juiz Sergio Moro detém indevidamente o inquérito em que Eduardo Cunha é acusado da extorsão de US$ 5 milhões", diz o colunista Janio de Freitas; "Mal acabara de repetir que passar à oposição –na qual, de fato, sempre esteve – não influiria na conduta de presidente da Câmara, correu a aprovar duas CPIs contra o governo. Na porta do recesso. Desespero raivoso é isso aí"

"Eduardo Cunha não imaginaria, a sério, que o governo dirija o procurador-geral da República, nem Rodrigo Janot obrigou delator algum a difamar Eduardo Cunha. Nem o juiz Sergio Moro detém indevidamente o inquérito em que Eduardo Cunha é acusado da extorsão de US$ 5 milhões", diz o colunista Janio de Freitas; "Mal acabara de repetir que passar à oposição –na qual, de fato, sempre esteve – não influiria na conduta de presidente da Câmara, correu a aprovar duas CPIs contra o governo. Na porta do recesso. Desespero raivoso é isso aí"
"Eduardo Cunha não imaginaria, a sério, que o governo dirija o procurador-geral da República, nem Rodrigo Janot obrigou delator algum a difamar Eduardo Cunha. Nem o juiz Sergio Moro detém indevidamente o inquérito em que Eduardo Cunha é acusado da extorsão de US$ 5 milhões", diz o colunista Janio de Freitas; "Mal acabara de repetir que passar à oposição –na qual, de fato, sempre esteve – não influiria na conduta de presidente da Câmara, correu a aprovar duas CPIs contra o governo. Na porta do recesso. Desespero raivoso é isso aí" (Foto: Ana Pupulin)


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247 – Em artigo publicado neste domingo na Folha de S. Paulo, o colunista Janio de Freitas classifica a reação do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) às denúncias que o atingiram como sinal de "desespero raivoso".

"Essa situação de Câmara e Senado não precisará esperar a comprovação ou negação da culpa de Eduardo Cunha para receber efeitos políticos importantes. Tanto mais que ele sentiu o golpe. Sua resposta de superioridade quando esteve na expectativa de uma visita policial substituiu-se, em apenas 24 horas, por um jorro de agressões patéticas, evidência de tombo e descontrole. Eduardo Cunha não imaginaria, a sério, que o governo dirija o procurador-geral da República, nem Rodrigo Janot obrigou delator algum a difamar Eduardo Cunha. Nem o juiz Sergio Moro detém indevidamente o inquérito em que Eduardo Cunha é acusado da extorsão de US$ 5 milhões", diz ele.

"Para completar, a situação de Eduardo Cunha é muito mais complicada do que o enfrentamento a uma afirmação breve de delator bem premiado. Ele o prova, descontrolado a ponto, por exemplo, de desmentir-se em apenas horas. Mal acabara de repetir que passar à oposição –na qual, de fato, sempre esteve– não influiria na conduta de presidente da Câmara, correu a aprovar duas CPIs contra o governo. Na porta do recesso. Desespero raivoso é isso aí."

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