Janio questiona imparcialidade de Moro

Segundo o colunista Janio de Freitas, a divulgação do depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa no 2° turno das eleições demonstra que o juiz Sérgio Moro não cumpriu seu dever de assegurar imparcialidade às partes: “A divulgação alimentou a injustiça --irreparável-- com uma pessoa que só as ordinarices desta campanha eleitoral querem dar como desonesta: em boa ou em má-fé, é possível discordar de tudo o que Dilma Rousseff disse, pensou e significa, desaprová-la até o desprezo, mas insinuar-lhe desonestidade é uma desonestidade repugnante”

Segundo o colunista Janio de Freitas, a divulgação do depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa no 2° turno das eleições demonstra que o juiz Sérgio Moro não cumpriu seu dever de assegurar imparcialidade às partes: “A divulgação alimentou a injustiça --irreparável-- com uma pessoa que só as ordinarices desta campanha eleitoral querem dar como desonesta: em boa ou em má-fé, é possível discordar de tudo o que Dilma Rousseff disse, pensou e significa, desaprová-la até o desprezo, mas insinuar-lhe desonestidade é uma desonestidade repugnante”
Segundo o colunista Janio de Freitas, a divulgação do depoimento do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa no 2° turno das eleições demonstra que o juiz Sérgio Moro não cumpriu seu dever de assegurar imparcialidade às partes: “A divulgação alimentou a injustiça --irreparável-- com uma pessoa que só as ordinarices desta campanha eleitoral querem dar como desonesta: em boa ou em má-fé, é possível discordar de tudo o que Dilma Rousseff disse, pensou e significa, desaprová-la até o desprezo, mas insinuar-lhe desonestidade é uma desonestidade repugnante” (Foto: Roberta Namour)


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247 – Para o colunista Janio de Freitas, é questionável a realização da audiência do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa ao abrir-se o segundo turno.

Segundo ele, o juiz do processo da operação Lava Jato, Sérgio Moro, não cumpriu com seu dever de assegurar imparcialidade às partes. Mais ainda, diz que a tomada do depoimento do delator em 8 de outubro, com a grande probabilidade de sua divulgação, foi uma impropriedade.

Janio afirma que a divulgação alimentou a injustiça --irreparável-- com uma pessoa: “em boa ou em má-fé, é possível discordar de tudo o que Dilma Rousseff disse, pensou e significa, desaprová-la até o desprezo, mas insinuar-lhe desonestidade é uma desonestidade repugnante” (leia mais).

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