Janio: perseguição do governo Temer só é comparável a 1964

Para o colunista Janio de Freitas, as revisões das ações do governo Dilma anunciadas pelos ministros de Temer “compõem um conjunto caracterizadamente persecutório e policialesco”; “Uma política que expressa a índole do governo e do próprio Temer, no mínimo por se sujeitar, como marionete, a corrompidos, ímprobos e fraudadores à sua volta”; segundo ele, o caso só teve um precedente no Brasil: o poder instalado pelo golpe de 1964

Para o colunista Janio de Freitas, as revisões das ações do governo Dilma anunciadas pelos ministros de Temer “compõem um conjunto caracterizadamente persecutório e policialesco”; “Uma política que expressa a índole do governo e do próprio Temer, no mínimo por se sujeitar, como marionete, a corrompidos, ímprobos e fraudadores à sua volta”; segundo ele, o caso só teve um precedente no Brasil: o poder instalado pelo golpe de 1964
Para o colunista Janio de Freitas, as revisões das ações do governo Dilma anunciadas pelos ministros de Temer “compõem um conjunto caracterizadamente persecutório e policialesco”; “Uma política que expressa a índole do governo e do próprio Temer, no mínimo por se sujeitar, como marionete, a corrompidos, ímprobos e fraudadores à sua volta”; segundo ele, o caso só teve um precedente no Brasil: o poder instalado pelo golpe de 1964 (Foto: Roberta Namour)


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247 - Para o colunista Janio de Freitas, as revisões das ações do governo Dilma anunciadas pelos ministros de Temer “compõem um conjunto caracterizadamente persecutório e policialesco”.

“Uma política que expressa a índole do governo e do próprio Temer, no mínimo por se sujeitar, como marionete, a corrompidos, ímprobos e fraudadores à sua volta”, afirma.

Segundo ele, a busca e a perseguição como política e prática geral, vista agora, só teve um precedente no Brasil: o poder instalado pelo golpe de 1964. “Não comparadas as dimensões, a sanha é a mesma. Até a covardia que leva a demitir o garçom do gabinete presidencial, José Catalão, porque considerado petista, iguala essa gente de hoje à lá de trás”, conclui (leia aqui).

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