Janio: para delatores, o crime compensou
Colunista Jânio de Freitas cita as condenações de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, e Dalton Avancini, ex-presidente da Camargo Correa, que se resumem à prisão domiciliar e multa; ‘Nenhum dos premiados poderá dizer, jamais, uma frase: "O crime não compensa"’, diz; segundo ele, na Lava Jato, difundiram-se os valores da propina, mas os procedimentos da corrupção foram silenciados
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247 – Para o colunista Janio de Freitas, os delatores da Lava Jato saem do caso com a sensação de que o crime compensa.
Ele cita as condenações de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, e Dalton Avancini, ex-presidente da Camargo Correa, que se resumem à prisão domiciliar e multa.
Janio afirma ainda que, na Lava Jato, difundiram-se os valores da propina, mas os procedimentos da corrupção foram silenciados.
“O país nada ficou sabendo a respeito, logo, nada aprendeu sobre esses canais de elevação das obras públicas brasileiras entre os mais altos custos do mundo. O Metrô de São Paulo, parece coisa já esquecida, a certa altura custou por quilômetro mais de três vezes o que custava, nos mesmos dias, a ampliação do metrô em Paris”, completou (leia mais).
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