Janio: “Nenhum golpista já admitiu ser golpista”

"Os que negam o golpe o fazem como todos os seus antecessores em todos os tempos: nenhum golpista admitiu ser participante ou apoiador de um golpe. Desde o seu primeiro momento e ainda pelos seus remanescentes, o golpe de 1964, por exemplo, foi chamado por seus adeptos de 'Revolução Democrática de 64'", lembra o jornalista Janio de Freitas, da Folha; ele destaca ainda que "o que houve no hospício –assim o Senado foi identificado por seu presidente, Renan Calheiros – não foi um julgamento"

"Os que negam o golpe o fazem como todos os seus antecessores em todos os tempos: nenhum golpista admitiu ser participante ou apoiador de um golpe. Desde o seu primeiro momento e ainda pelos seus remanescentes, o golpe de 1964, por exemplo, foi chamado por seus adeptos de 'Revolução Democrática de 64'", lembra o jornalista Janio de Freitas, da Folha; ele destaca ainda que "o que houve no hospício –assim o Senado foi identificado por seu presidente, Renan Calheiros – não foi um julgamento"
"Os que negam o golpe o fazem como todos os seus antecessores em todos os tempos: nenhum golpista admitiu ser participante ou apoiador de um golpe. Desde o seu primeiro momento e ainda pelos seus remanescentes, o golpe de 1964, por exemplo, foi chamado por seus adeptos de 'Revolução Democrática de 64'", lembra o jornalista Janio de Freitas, da Folha; ele destaca ainda que "o que houve no hospício –assim o Senado foi identificado por seu presidente, Renan Calheiros – não foi um julgamento" (Foto: Felipe L. Goncalves)


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247 – "Nenhum golpista já admitiu ser golpista", afirma o jornalista Janio de Freitas em sua coluna da Folha de S. Paulo nesta quinta-feira 1º. Ele destaca também que "o que houve no hospício –assim o Senado foi identificado por seu presidente, Renan Calheiros – não foi um julgamento".

"Os que negam o golpe o fazem como todos os seus antecessores em todos os tempos: nenhum golpista admitiu ser participante ou apoiador de um golpe. Desde o seu primeiro momento e ainda pelos seus remanescentes, o golpe de 1964, por exemplo, foi chamado por seus adeptos de 'Revolução Democrática de 64'", lembra.

"Alguns, com certo pudor, às vezes disseram ser uma revolução preventiva. É o que faz agora, esquerdista extremado naquele tempo, o deputado José Aníbal, do PSDB, sobre a derrubada de Dilma: 'É a democracia se protegendo'", compara Janio, sobre o antigo parceiro de Dilma Rousseff na luta armada.

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Janio ressalta que "as perícias e as evidências negaram fundamento nas duas acusações utilizadas para o processo do impeachment de Dilma", mas que "as negações foram ignoradas no Senado, em escancarada distorção do processo". Ele por fim chama o processo de "ilegítimo", um "desastre institucional" e um "golpe parlamentar". "Os que o efetivaram ou apoiaram podem chamá-lo como quiserem, mas foi apenas isto e seu nome verdadeiro é só este: golpe".

Leia aqui a íntegra.

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