Janio destaca arbitrariedades do STF e fala em desobediência civil

"A chegada de Cármen Lúcia à presidência do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça gerou a expectativa de um freio na desordem. Deu o oposto. Com a participação da própria", critica o jornalista, que destaca que "prisão em segunda instância é uma arbitrariedade do STF"

"A chegada de Cármen Lúcia à presidência do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça gerou a expectativa de um freio na desordem. Deu o oposto. Com a participação da própria", critica o jornalista, que destaca que "prisão em segunda instância é uma arbitrariedade do STF"
"A chegada de Cármen Lúcia à presidência do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça gerou a expectativa de um freio na desordem. Deu o oposto. Com a participação da própria", critica o jornalista, que destaca que "prisão em segunda instância é uma arbitrariedade do STF" (Foto: Gisele Federicce)


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247 - Em sua coluna na Folha neste domingo 4, o jornalista Janio de Freitas denuncia arbitrariedades do Supremo Tribunal Federal e fala em desobediência civil.

"A chegada de Cármen Lúcia à presidência do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça gerou a expectativa de um freio na desordem. Deu o oposto. Com a participação da própria", critica Janio, que destaca que "prisão em segunda instância é uma arbitrariedade do STF".

"Com a mesma arbitrariedade, a presidente do Supremo fez a afirmação pública de que agendaria o reexame de prisão possível na segunda instância e fez a afirmação pública de que não o agendará", critica ainda o colunista, para quem a reversão fica "como um casuísmo por mera arbitrariedade".

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"A intenção de reexaminar a prisão em segunda instância nasceu no mesmo Supremo que a introduziu. Sem qualquer relação com Lula ou outro acusado", lembra o colunista. "Enquanto for possível ler tal premissa na Constituição, a prisão em segunda instância foi, é e será uma arbitrariedade inconstitucional do Supremo. Um desacato de seis ministros à Constituição", ressalta.

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