Janio: 'desgraça decorre de que a gatunagem foi constatada'

Colunista Janio de Freitas afirma que "toda a desgraça lançada sobre a Petrobras decorre de que a gatunagem foi constatada, abriram-se inquéritos com numerosas prisões de corruptores e corrompidos"; e ironiza que "essa Petrobras 'levada à destruição' conseguiu em 2014, portanto quando os diretores a destruíam, o recorde da produção de derivados com 2,17 milhões de barris de petróleo por dia"

Colunista Janio de Freitas afirma que "toda a desgraça lançada sobre a Petrobras decorre de que a gatunagem foi constatada, abriram-se inquéritos com numerosas prisões de corruptores e corrompidos"; e ironiza que "essa Petrobras 'levada à destruição' conseguiu em 2014, portanto quando os diretores a destruíam, o recorde da produção de derivados com 2,17 milhões de barris de petróleo por dia"
Colunista Janio de Freitas afirma que "toda a desgraça lançada sobre a Petrobras decorre de que a gatunagem foi constatada, abriram-se inquéritos com numerosas prisões de corruptores e corrompidos"; e ironiza que "essa Petrobras 'levada à destruição' conseguiu em 2014, portanto quando os diretores a destruíam, o recorde da produção de derivados com 2,17 milhões de barris de petróleo por dia" (Foto: Gisele Federicce)


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247 – Se ainda estivesse sendo controlada por gatunos, a Petrobras resultaria em um noticiário sobre alta das ações na Bolsa de Valores, crescimento da produção e bancos e corretoras festejando, diz Janio de Freitas, em artigo na Folha de S. Paulo.

"Ou seja, toda a desgraça lançada sobre a Petrobras decorre de que a gatunagem foi constatada, abriram-se inquéritos com numerosas prisões de corruptores e corrompidos", afirma o jornalista.

O jornalista menciona também o parecer do jurista Ives Gandra Martins, que justifica o impeachment da presidente Dilma Rousseff por ter mantido a diretoria que levou à "destruição" da Petrobras. E ironiza:

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"Essa Petrobras 'levada à destruição' conseguiu em 2014, portanto quando os diretores a destruíam, o recorde da produção de derivados com 2,17 milhões de barris de petróleo por dia. O sexto recorde anual seguido, sendo este último, deduz-se, de produção fantasmagórica".

Janio ressalta ainda que o dito "maior acontecimento do governo Dilma", em referência ao termo usado por um dos cronistas do jornal, como ele mesmo diz, "deu-se no governo Lula". Leia aqui a íntegra do artigo.

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