Janio de Freitas critica 'coerção' e 'covardia' de Moro
Segundo o colunista, a soltura de presos da Lava Jato demonstra que coerção não é um recurso legítimo para obter informações; “Toda coerção provém da visão deformada que o autor tem do seu poder, exacerbando-o”, diz Janio sobre a condução da operação pelo juiz Sergio Moro, baseada em delações premiadas
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247 – O colunista Janio de Freitas vê na “soltura de presos da Lava Jato, uma demonstração que coerção não é um recurso legítimo para obter informações”.
Ele se refere à condução da operação pelo juiz Sergio Moro, baseada em delações premiadas: “Toda coerção provém da visão deformada que o autor tem do seu poder, exacerbando-o”, diz
Segundo ele, o essencial em tal questão foi levantado, com o percurso próprio e melhor estilo, pelo ministro Teori Zavascki como relator do habeas corpus que levou à meia liberdade dos nove:
‘Ao reconhecer que o juiz Sergio Moro não apresentara evidências de risco de fuga ou perturbação de investigações por parte dos presos, além da extensa prisão preventiva de quase meio ano, assim o ministro sintetiza a proposta de volta ao rigor legal: "A credibilidade das instituições somente se fortalecerá na medida em que forem capazes de manter o regime de estrito cumprimento da lei"’ (leia mais).
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