Intercept: problema eleitoral real é a doença da oligarquia

 Os jornalistas do Intercept Glenn Greenwald e Victor Pougy afirmam que a união de Geraldo Alckmin (PSDB) com o centrão (DEM, PP, PR, PRB e SD) é apenas um sintoma da verdadeira doença brasileira: a mídia oligárquica e as elites. Greenwald e Pougy acreditam que este sistema apodrecido, juntamente com um judiciário deslumbrado e investido de desejo de protagonismo exterminaram a democracia retirando do cargo uma presidente legitimamente eleita

Intercept: problema eleitoral real é a doença da oligarquia
Intercept: problema eleitoral real é a doença da oligarquia (Foto: Fernando Donasci)


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247 - Os jornalistas do Intercept Glenn Greenwald e Victor Pougy afirmam que a união de Geraldo Alckmin (PSDB) com o centrão (DEM, PP, PR, PRB e SD) é apenas um sintoma da verdadeira doença brasileira: a mídia oligárquica e as elites. Greenwald e Pougy acreditam que este sistema apodrecido, juntamente com um judiciário deslumbrado e investido de desejo de protagonismo exterminaram a democracia retirando do cargo uma presidente legitimamente eleita. 

Leia trechos do artigo do Intercept: 

"No Brasil, os setores midiático, legal, judiciário e corporativo passaram os últimos três anos insistindo enfaticamente que a corrupção política sistêmica é o problema mais grave do país. Esses setores estavam tão revoltados com a corrupção que se uniram – quase sem espaço para dissidência – em favor da ação mais drástica que pode ser tomada em uma democracia: a remoção de um presidente eleito antes do término de seu mandato. Estava óbvio desde o início que a indignação frente à corrupção e ao crime não passava de um pretexto – longe de ser o real motivo por trás do impeachment. Ao remover Dilma Rousseff, esses setores conscientemente entregaram de bandeja o poder a verdadeiros criminosos e gângsters, pessoas cujos crimes fazem os truques contábeis de Dilma parecerem tão graves quanto atravessar a rua fora da faixa de pedestres.

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Em meio ao panteão de irregularidades que vemos em Brasília no pós-impeachment, as “pedaladas fiscais” parecem tão inofensivas que chega a ser difícil acreditar que as estrelas do jornalismo global e os burocratas do PMDB e do PSDB conseguissem manter um semblante sério enquanto fingiam indignação para as câmeras. Michel Temer, político fisiológico de carreira instalado na presidência, foi gravado encomendando propinas para silenciar Eduardo Cunha, o gângster que chefiou o processo de impeachment. O mesmo Congresso que discursou espalhafatosamente contra a corrupção passou os últimos dois anos recebendo propina legalizada de Temer para protegê-lo da justiça e mantê-lo no poder."

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